quinta-feira, 18 de julho de 2013

Economia Criativa: Entre sustentabilidade e inclusão social e a vinda do papa Francisco ao Brasil




Cristina Franco apresenta projeto com artesãs do Pará quarta-feira (17), na Rajasthan.

Depois de incensar Issey Miyake e assinar a curadoria de uma exposição-ode ao estilista, em Brasília, fazendo uma simbiose entre os looks do designer e a capital federal, com obra de mestres como Oscar Nieyemer e Lúcio Costa, a consultora de moda Cristina Franco desembarca hoje, no Rio, para apresentar quarta-feira, dia 17, na Rajasthan, em Ipanema, o projeto de biojoias e acessórios que está desenvolvendo no Pará, junto com designers, ourives, artesãs, dentro do conceito da economia criativa.

"É um projeto muito interessante, no qual as pessoas agregam entre elas diversas expertises e, às vezes, em uma peça você pode ter até mais de três participantes. Esta é a segunda apresentação deste projeto no Rio, na Rajasthan. Esta etapa constitui meu trabalho de pesquisa de mercado e inclusão produtiva, já que este tipo de produto tem que ser colocado nos nichos corretos", nos conta Cristina Franco.

A consultora de moda acrescenta que nesta coleção manteve o conceito principal que é o dohomem e a natureza como grandes parceiros. "É um processo simbiótico, já que a natureza em si é uma grande designer e o homem, através do olhar e da criatividade, pode criar coisas incríveis.Como estamos na Amazônia, a quantidade de matérias-primas que podem ser trabalhadas e pesquisada é infinita. O Pará e Minas Gerais são os maiores produtores de gemas do Brasil, e com isso também podemos trabalhar biojoias com belas pedras", afirma.

Segundo Cristina Franco, sua função "é fornecer conteúdo a este grupo, para que possamos usar, no processo de criação, uma linguagem contemporânea que possa ser absorvida pelo mercado comprador. No entanto, temos o cuidado em nos manter fieis às raízes e tradições, pois acredito que uma das maiores formas de alguém ser contemporâneo é buscar no DNA do país sua fonte para criação. O grande diferencial, sem duvida, deve ser a identidade do produto brasileiro".

Nesta coleção o viés religioso é uma tônica. Como você sabe, em Belém, que é a base do projeto, ocorre todo ano, no mês de outubro, a maior festa religiosa do Brasil, o Círio de Nazaré. Por esta razão, os designes, ourives e artesãos locais tem a tradição de criar peças com conotação religiosa. Com a chegada do papa Francisco, que com pouco tempo já se mostra uma figura emblemática, foi criada uma coleção para homenageá-lo.

fonte: http://www.jb.com.br/

Para saber mais sobre A Economia Criativa acesse cursosraizesculturais.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário