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terça-feira, 23 de junho de 2015

Centro de Economia Criativa já tem local da sede própria e contará com parceria do Sebrae






Na última sexta (19) representantes de várias secretarias e diretores do Sebrae se reuniram na sede da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) para discutir o desenvolvimento de políticas públicas para os setores da Economia Criativa, dentre elas a criação do Centro de Economia Criativa de Mato Grosso, que terá como principal objetivo servir como um centro de referência do segmento.



O secretário Leandro Carvalho, destacou a importância da parceria com o Sebrae para desenvolver o projeto: “O Sebrae tem profundo conhecimento do assunto e uma experiência importante para somar forças no processo de criação de uma política pública para o setor. Estamos ampliando o leque de parcerias para que a iniciativa ganhe fôlego, atinja todo as regiões do Estado e seja sustentável”.

Na ocasião, a diretora do Sebrae reafirmou o compromisso da instituição com o projeto: “é fundamental definir o modelo de governança e estamos à disposição para ajudar no esclarecimento dos papéis de cada ente nesse processo”.

O consultor Richard Alves, da Barcelona Media, uma das mais importantes agências europeias de inovação e tecnologia, apresentou um panorama sobre o setor no mundo, incluindo conceitos de criatividade, as demandas de cada segmento, exemplos bem sucedidos e os desafios para o desenvolvimento da Economia Criativa em Mato Grosso.

Foi exposto também um estudo sobre a Economia Criativa em Cuiabá encomendado pelo Sebrae ao Barcelona Media em 2013. Entre os elementos decisivos para estabelecer uma política para a Economia Criativa em Mato Grosso, o consultor destacou a necessidade de levantar dados regionais, fomentar e capacitar os empreendedores criativos e melhorar a infraestrutura da cadeia. “Mais importante ou tão importante quanto superar esses desafios é buscar um modelo eficiente de gestão para o projeto”, ressaltou o consultor.

O Centro da Economia Criativa funcionará no Grande Hotel, antigo prédio da Secretaria de Cultura, na Avenida Getúlio Vargas, após reforma e adequações. O espaço abrigará atividades de relacionadas ao setor, com o objetivo de gerar e potencializar novos empreendimentos. O programa multisetorial é dividido em quatro eixos: formação e qualificação, fomento e empreendedorismo, desenvolvimento de territórios criativos e estudos e pesquisas.
 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Artistas da nova geração aderem à formalização para gerenciar carreira



A banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju decidiu formalizar o grupo como empresa em 2008. Expoentes de uma nova geração de artistas brasileiros que fizeram do caminho independente o eixo central de renovação da jovem produção cultural no País, os Móveis não inovaram apenas na produção musical. Jovens empreendedores, os nove integrantes tomaram as rédeas da própria carreira e transformaram as atividades do grupo em negócio.

Trabalhando como empresa pelo Super Simples, a banda produz o próprio festival e vende produtos como CDs e camisetas em sua loja virtual. Para o baixista do grupo, Fábio Pedroza, o modelo do Simples foi decisivo para o crescimento das atividades do grupo. “Isso gerou para a gente um retorno maior”, contou Fábio em depoimento ao Portal Brasil.

Segundo Fábio, a formalização do pequeno negócio contribui para incrementar o desenvolvimento econômico do setor cultural. “O setor (cultural) exige políticas públicas. Nada mais justo que a formalização, isso ajuda os dois lados, o governo também ganha com arrecadação”.
O baixista ressalta a importância do MEI para os que estão começando a empreender em um ambiente sem burocracia. “É um incentivo para aquilo que para muitas pessoas é um bicho de sete cabeças, a figura da pessoa jurídica”, conclui o músico.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A Economia Criativa · Alckmin promete fortalecer economia criativa em São Paulo


Candidato à reeleição disse que setor terá novos centros de convenção.
Governador também rebateu críticas de Skaf.


Alckmin visitou feira de beleza (Foto: Sttela Vasco/G1)

O governador e candidato à reeleição ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin(PSDB), afirmou que, se reeleito, pretende investir na economia criativa. O tucano visitou uma feira de beleza nesta segunda-feira (8).

"Vamos fortalecer a economia criativa através da criação de Fatecs e centros de convenção nas regiões mais carentes da região metropolitana e nas menos desenvolvidas do estado", disse sobre o setor, que engloba design, moda e informática.

O governador ainda rebateu as críticas feitas pelo candidato do PMDB, Paulo Skaf, na quarta-feira (3). Seu adversário afirmou que o fato de Alckmin o vincular ao ex-governador Antônio Fleury e ao ex-prefeito Gilberto Kassab seria um ato de desespero do PSDB.

"Estou absolutamente tranquilo”, disse o tucano. “Eu estranho as pessoas esconderem seus apoios, a população merece saber. Na política se diz 'diga-me com quem andas e dir-te-ei quem és'."


fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/eleicoes/2014/noticia/2014/09/alckmin-promete-fortalecer-economia-criativa-em-sao-paulo.html


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terça-feira, 9 de setembro de 2014

A Economia Criativa · Ministério apóia iniciativa que premiará empreendedores criativos brasileiros



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Processo de seleção terá fase de curadoria e votação popular pela internet.



O Prêmio Brasil Criativo, apoiado pelo Ministério da Cultura, vai reconhecer a importância de 22 atividades criativas brasileiras, revelando o talento de atores, músicos, estilistas, artesãos, designers, entre outros. A premiação abrange cinco campos de interesse da economia criativa: criações culturais e funcionais, audiovisual e literatura, patrimônios, artes de espetáculo e expressões culturais, além do prêmio de reconhecimento por trabalho consagrado.

Após a inscrição online, um grupo de 30 curadores fará a seleção dos trabalhos, em seguida haverá uma eleição por voto popular na internet. A seleção final será feita pelos especialistas que escolherão um trabalho de cada categoria. A cerimônia de premiação será realizada no dia 3 de dezembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Os ganhadores receberão prêmio em dinheiro e 40 horas de capacitação em sua área para aprimorar e reconhecer seu empreendimento.


fonte: Ministério da Cultura


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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

A Economia Criativa · Polo de Economia Criativa é aberto em Porto Alegre

Parceria entre Inovapoa e IPA aproxima os empreendedores e a administração pública da Capital para o desenvolvimento sustentável


Mateus Frizzo
EVANDRO OLIVEIRA/PMPA/JC

Deborah destaca a área do 4º Distrito como uma das de maior potencial de produtividade na cidade

Foi inaugurado, na manhã de ontem, o Tecendo Ideias, polo de economia criativa destinado à capacitação de empreendedores com propostas inovadoras de desenvolvimento social e geração de emprego e renda. Os oito projetos selecionados via edital serão orientados pelo corpo docente do Centro Universitário Metodista - IPA em diferentes aspectos, incluindo gestão, viabilidade e inclusão social.

“É um trabalho embrionário para que a sociedade possa reconhecer um espaço para pensar negócios sustentáveis que gerem impactos sociais significantes”, explica Elisabeth Drumm, uma das coordenadoras do projeto, uma parceria entre a instituição de ensino e a prefeitura de Porto Alegre, por meio do Gabinete de Inovação e Tecnologia (Inovapoa).

Além do incentivo ao empreendedorismo e da análise das propostas de ações diretas em questões públicas, o espaço pretende também promover a revitalização do 4º Distrito, onde fica localizada a unidade DC Navegantes do IPA. “Percebemos esta como uma das áreas com maior potencial de produtividade de Porto Alegre”, disse a secretária do Inovapoa, Deborah Vilella, evidenciando que a iniciativa pode ser ampliada para outras regiões da Capital, conforme previsto no Plano de Economia Criativa, elaborado pelo Executivo Municipal com outras 38 instituições de diversos segmentos.

A incubadora estará disponível cinco dias por semana aos grupos escolhidos, com agenda de atividades compartilhadas, mas também focadas na progressão específica de cada projeto. “É um trabalho de coworking com foco em assessoria e capacitação”, explica Carla Zitto, gerente de projetos da Inovapoa. Para ela, a articulação entre governo e empreendedor é necessária para se pensar em novas alternativas de inclusão social e desenvolvimento. “Foi a forma que encontramos para chegar a soluções mais criativas”, disse. Carla destacou também que um calendário de atividades abertas ao público está sendo elaborado para ampliar a atuação do polo.

A pedagoga Marjorie Klich Nunes, coordenadora do “Conecta, tudo em um só lugar”, um dos projetos escolhidos, destacou o diferencial da iniciativa. “Começou com uma seleção de ideias e não de planos de negócios”, ressalta. Junto com o marido ela pretende criar um aplicativo que integre clientes e fornecedores na entrega de produtos, que seria feita por bicicletas, inicialmente no 4º Distrito. “A intenção é promover a inclusão social na região, beneficiar e facilitar o comércio local”.

Embora nenhuma parceria de financiamento tenha sido firmada, Deborah garante que o executivo avaliará os resultados de acordo com a relevância e a abrangência. “Isso poderia ser abraçado pela prefeitura, mas depende muito do custo e das soluções propostas por cada um”, disse.

Empreendimentos em design de moda, mobiliário sustentável, sistema veicular inteligente, combate a incêndios, e um estúdio de ilustração e estamparia estão entre os contemplados. Ao fim dos seis meses, um livro contando a evolução de cada projeto será publicado.


fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=171826


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terça-feira, 2 de setembro de 2014

A Economia Criativa · Por um Brasil criativo





Há um tempo que não posto nada aqui. Vou compartilhar um sentimento que me tomou conta na noite da última quinta-feira, quando ajudei a transformar em realidade um sonho que tive em parceria com um grupo de empreendedores há mais de dois anos.

Quando o Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, criou a Secretaria de Economia Criativa, em 2011, enxerguei nesta ação uma grande possibilidade de fazer com que a criatividade brasileira fosse fomentada da forma como acredito que deve ser.

Hoje, o Brasil, país com 200 milhões de habitantes, possui menos patentes que a Dinamarca, que tem apenas 4 milhões, e isso é apenas um demonstrativo - dentre vários - que mostra o quanto subaproveitamos nossa capacidade criativa. Além disso, US$ 8 trilhões de dólares são gerados através da Economia Criativa no mundo, e o Brasil gerou, nos últimos anos, cerca de R$ 104 bilhões.

Estes dados mostram claramente que é preciso fomentar este setor. Temos muita matéria-prima e muitas referências e está na hora de o Brasil assumir a posição de potência criativa no mundo, sem necessariamente estar vinculada ao "jeitinho brasileiro", e sim a uma genuína capacidade de inovação herdada da miscelânea de culturas, credos e etnias que possuímos em nossa vasta extensão territorial.

De início, a ideia do prêmio era conceber uma premiação para a criatividade na cidade de São Paulo. Acontece que, felizmente, a ideia foi abraçada por todos com quais fui plantando essa semente e, em dois anos, o projeto se tornou algo muito maior: o Prêmio Brasil Criativo.

Primeiro, tivemos o apoio imediato e irrestrito do pessoal do Catraca Livre, como o Gilberto e o Marcos Dimenstein, que conversa com os ideais do projeto. Depois, o Eduardo Saron, do Itaú Cultural, também endossou a ideia e cedeu o Auditório Ibirapuera para a cerimônia de encerramento. A 3M abraçou o projeto em uma etapa importante de captação de recursos, tornando concreta a realização do Prêmio. Isso tudo, junto, fortaleceu a ideia e o secretário Marcos Carvalho, da Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura também quis apoiar em nome do Ministério.

Agora o Prêmio Brasil Criativo era real, nacional e oficial. E, na noite de quinta (28), inauguramos a primeira etapa - de inscrições - da premiação. Foi uma festa emocionante cercada de amigos e parceiros, desde os que viram a ideia nascer até os que foram se aprochegando no decorrer do processo. E hoje eu acordei feliz. Feliz por ter dado esse passo em nome da criatividade brasileira, por ter mobilizado organizações e pessoas que tornaram possível legitimar a importância das atividades criativas para o Brasil.

A celebração começou às 19h, com a recepção dos convidados para a apresentação do Prêmio. Às 20h a lindíssima Renata Simões subiu no palco para apresentar a proposta desta empreitada e os ilustres convidados que nos brindaram com suas presenças.

Eu fui o primeiro, e foi nesta hora que eu me dei conta que já era tudo real. Havia uma plateia lotada para ouvir o que eu tinha para dizer: uma história como a que conto aqui para vocês, da importância de corrermos atrás dos nossos sonhos, e da importância que tem atrelar sonhos à uma melhoria da economia, da sociedade, do entorno, do país.

Depois de mim, Marcos Dimenstein, diretor de negócios do Catraca Livre, contou para todos que o Catraca acabou de encontrar uma frase que o define: "informar para empoderar", e saber que a cerimônia de abertura do Prêmio Brasil Criativo foi o local escolhido para esse anúncio de um projeto jornalístico de 6 anos também foi gratificante.

Ainda tivemos a ilustre presença do diretor do Itaú Cultural, Eduardo Saron. que pessoalmente assumiu seu interesse na democratização e no reconhecimento da cultura e da arte no brasil. Depois de Saron, subiram ao palco, ainda, o assessor especial Gabriel Portela Salier, representando a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, expressando a alegria em poder também endossar essa ideia. Por fim, o próprio Secretario de economia Criativa do Ministério da Cultura deu seu parecer, enfatizando a alegria e realização que o Ministério tem em poder chancelar uma ideia como essa.

Após a apresentação, um vídeo liberou o pessoal para o coquetel, onde sorrisos e taças se cruzaram até o final da noite. E fui dormir tranquilo, na certeza de ter contribuído com o meu país.

fonte: http://www.brasilpost.com.br/lucas-foster/por-um-brasil-criativo_b_5739268.html?utm_hp_ref=brazil


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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A Economia Criativa ·CTCD abre inscrições para cursos na área de Economia Criativa



Setembro é mês de cursos no Centro Tecnológico de Cultura Digital, gerido pelo Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep).



Músico, bailarino, roteirista, produtor, ator, cineasta, designer, artesão, game designer e empreendedor cultural de maneira geral podem participar destas capacitações a serem ministradas com por instrutores e com uso da metodologia do Sebrae. As inscrições para cursos de empreendedor cultural e "Uma ideia na cabeça e um CNPJ nas mãos", na área de Economia Criativa, vão até o dia 2 de setembro. As inscrições são presenciais e gratuitas.

Os cursos visam contribuir na formação da comunidade de Peixinhos e Região Metropolitana nessa área. São 25 vagas por turma. Por isso, será realizada seleção com base no currículo de atividades culturais dos candidatos, tendo como pré-requisitos para os candidatos serem jovens e adultos a partir de 18 anos que desenvolvam atividades voltadas para economia criativa.

Para se inscrever, basta levar ao CTCD, localizado na Av. Jardim Brasília, s/n - Peixinhos ? Olinda, os seguintes documentos: currículo de Atividades e Produção Cultural (até três páginas), cópia de RG e CPF ou cartão CNPJ/certificado MEI, comprovante de residência e uma foto 3X4. O horário de inscrições vai das 8h às 12h e das 14h às 19h. A divulgação dos inscritos será no dia 3 de setembro. As matrículas serão realizadas nos dias 4 e 5 de setembro.

Cursos oferecidos:

Empreendedor Cultural
Turmas - duas (uma pela manhã e outra à noite)
Vagas por turma ? 25
Período do curso - 08 a 12.09
Carga Horária - 20h

Uma ideia na cabeça e um CNPJ nas mãos
Turmas - duas (uma à tarde e outra à noite)
Vagas por turma - 25
Período do curso - 15/09
Carga Horária - 4 horas

Mais informações:
CTCD/Peixinhos
(81) 3183.5534 / 3183.5546

Fonte: SECTEC


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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A Economia Criativa · 1º Encontro Urbe Criativa promove debates sobre economia criativa


De A Tribuna On-line

Iniciativa quer debater conceito da economia criativa
O 1º Encontro Urbe Criativa, que ocorre nesta quinta (28) e sexta (29), tem como objetivo descobrir novas formas de construir uma ideia melhor de cidade e provocar universitários, produtores culturais, empresários e gestores públicos a pensarem a economia criativa como uma via de expansão da cidade. As atividades acontecem no Cineclube Lanterna Mágica, da Universidade Santa Cecília (Unisanta), com entrada franca.

De acordo com o idealizador do evento, o jornalista Eduardo Ricci, a economia criativa se dá quando indivíduos exercitam a imaginação para explorar seu valor econômico. Essas ações envolvem processos de criação, produção e distribuição de produtos e serviços, usando o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos.

Os interessados podem participar dos eventos gratuitamente. É preciso se inscrever pelo e-mail ricci@unisanta.br. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3202-7100, ramal 257. O Cineclube fica na Rua Cesário Mota, 8, no 5º andar, Boqueirão, em Santos.

Programação

Na abertura (quinta, 28), às 19h, os convidados abordarão, a partir de suas experiências profissionais, a importância das ações culturais e empreendedoras na economia criativa e como ela ajuda a expandir a cidade.

Com o tema Economia Criativa na Cidade Expandida, a mesa de debates terá Rodrigo Dias Arnaut, do Grupo Era Transmídia de São Paulo, que trabalha com diversas plataformas midiáticas nas áreas da Comunicação Social; Ludmilla Rossi, da agência santista MKT Virtual, empresa voltada ao desenvolvimento de projetos digitais e para a web; Solange Alboreda, animadora cultural da área de cinema e arte mídia do Sesc Santos e Patrícia Ovalle, consultora em projetos de desenvolvimento e competitividade do Sebrae.

No dia seguinte (sexta, 29), haverá duas atividades, às 15h e às 19h. No período da tarde, acontece o painel Economia Criativa em Santos. O objetivo é mapear as ações culturais que fazem de Santos um forte polo de economia criativa. O painel terá 15 minutos para cada produtor cultural convidado falar sobre suas ações e como elas interagem com a cidade. Na sequência, haverá debate entre os apresentadores e um momento para perguntas da plateia.

Estarão presentes os seguintes produtores culturais: Renato Di Renzo, do Café Teatro Rolidei, Ricardo Vasconcelos, organizador do Festival Curta Santos, Denise Covas, do Santos Jazz Festival, Eduardo Ricci, responsável pelo Cineme-se, Karla Lacerda, do Fescete e José Luiz Tahan, do Tarrafa Literária.

O Urbe Criativa termina às 19h, com um cinedebate sobre o poder e a formação da identidade do indivíduo na cidade. A novidade é a exibição do filme Trainspotting, de Danny Boyle, com áudio e legendas em inglês. Esse formato de exibição será transformado num ciclo sobre o poder no cinema que acontecerá uma vez por mês, sempre numa sexta-feira, até novembro. Após a exibição do filme haverá depoimentos e comentários, em inglês e português, com os professores de inglês Vladmira Droná, Bruno Vilângelo, entre outros convidados.


fonte: http://www.atribuna.com.br/cultura/1%C2%BA-encontro-urbe-criativa-promove-debates-sobre-economia-criativa-1.400769


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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A Economia Criativa · AMANHÃ É O LANÇAMENTO DO "GUIA CULTURAL DE FAVELAS"





Durante seis meses 40 jovens revisitaram 500 pontos culturais das favelas, mapeados pelo projeto Solos Culturais, e os catalogaram no mapa online colaborativo "Guia Cultural de Favelas", que será lançado amanhã (29) no Observatório de Favelas. Gilberto Vieira, coordenador do projeto, ressalta que o Guia é para que o turista saiba que existem mais opções na cidade além do que o divulgado no aeroporto. “O guia deve ajudar a potencializar a economia que tem na favela. Parece prepotente que a gente queira abarcar tanta coisa, mas é uma ferramenta importante”, afirma


Favela 247 – Desdobramento do projeto Solos Culturais, iniciativa que formou, entre 2012 e 2013, 120 jovens em produção cultural e pesquisa em cultura, o mapa online colaborativo "Guia Cultural de Favelas" será lançado amanhã (29) no Observatório de Favelas.

40 jovens revisitaram durante seis meses os 500 pontos culturais das favelas mapeados pelo Solos Culturais, com o objetivo de produzir o conteúdo multimídia que alimentará o mapa virtual. Nathalia Menezes, moradora do conjunto de favelas do Alemão, mapeou os pontos culturais de sua comunidade: “Alguns são equipados, mas ainda não o suficiente para atender as demandas. Mesmo assim, a galera não desiste. Na favela existe a ideologia da integração, de formar, criar, buscar novas oportunidades e revelar novos talentos através da cultura seguida da educação”, afirmou em entrevista ao jornal Maré de Notícias.

Gilberto Vieira, coordenador do projeto, ressalta que o Guia é para que o turista saiba que existem mais opções na cidade além do que está no guia cultural que a prefeitura distribui no aeroporto. “O guia deve ajudar a potencializar a economia que tem na favela. Parece prepotente que a gente queira abarcar tanta coisa, mas é uma ferramenta importante”, defende.

O Projeto integra o Programa Favela Criativa, resultado da parceria entre o poder público e a iniciativa privada, contando com recursos de R$ 14 milhões, provenientes da própria Secretaria de Estado de Cultura, da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, da Light, do Programa de Eficiência Energética da ANEEL e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O Favela Criativa é formado por um conjunto de projetos que oferece a jovens agentes culturais formação artística e especialização em gestão cultural e estabelece canais de diálogo entre estes jovens, possíveis parceiros e patrocinadores potenciais.



Por Rosilene Miliotti, para o Maré de Notícias

Vem aí o Guia Cultural de Favelas

Será lançado no dia 29 de agosto (sexta), às 18 horas, no Observatório de Favelas, o Guia Cultural de Favelas – um desdobramento do projeto Solos Culturais, iniciativa que formou, entre 2012 e 2013, 120 jovens em produção cultural e pesquisa em cultura.

Durante seis meses, 40 jovens que participaram do projeto revisitaram os pontos culturais das favelas, com o objetivo de produzir o conteúdo multimídia que alimentará o mapa virtual.

Nathalia Menezes, moradora do Complexo do Alemão, mapeou os pontos culturais da comunidade onde mora e diz que a dificuldade que teve para fazer o trabalho foram os confrontos policiais, mas que retornou aos locais documentados para se divertir.

Para ela, há diferença entre os espaços de entretenimento nas favelas e na cidade, mas pelo lado estrutural, físico e de recursos. “Alguns são equipados, mas ainda não o suficiente para atender as demandas. Mesmo assim, a galera não desiste. Na favela existe a ideologia da integração, de formar, criar, buscar novas oportunidades e revelar novos talentos através da cultura seguida da educação”, completa.

Gilberto Vieira, coordenador do guia, diz que durante o Solos, cerca de 500 práticas culturais foram mapeadas nesses territórios, mas quando o projeto acabou eles se perguntaram: “O que fazer com essas fichas e dados?” Daí surgiu a ideia do guia.

“Fizemos um processo formativo com alguns participantes do Solos para rever o material que já existia, mapear novos pontos, atualizar a pesquisa e verificar se os espaços que já haviam sido mapeados ainda existiam ou não. A partir daí, construímos conteúdo para estes lugares. O guia é um mapa online colaborativo. Quando você abrir o mapa, vai ver vários pontinhos. É só clicar em um desses pontos que vai abrir uma caixa com texto, foto e vídeo sobre aquela prática cultural”, explica ele.

No lançamento, o guia já terá cerca de 50 pontos, sendo oito na Maré, e as pessoas poderão, então, acrescentar outros locais.


É ou não é cultura?

Durante os encontros, o debate sobre o que é cultura foi pauta quase que constante. “Se fossemos aos locais com preconceito, esse processo poderia dar em um mapa apenas com teatro, dança, música, cinema e audiovisual. Vimos que cultura não era só isso. A partir daí, fomos abrindo o leque de oportunidade. Uma pessoa que produz pipa em Manguinhos: é importante que esse cara esteja no guia? Sim, é. Ele mobiliza uma porção de crianças em torno da pipa. Isso é cultura? Sim, é”, defende.

Gilberto ressalta que o Guia é para surpreender o turista, para que ele saiba que existem outras coisas para fazer na cidade além do que está no guia cultural que ele ganha da prefeitura ao chegar no aeroporto. “O guia deve ajudar a potencializar a economia que tem na favela. Parece prepotente que a gente queira abarcar tanta coisa, mas é uma ferramenta importante”, defende.


#VaiProGuia

O site traz a aba “Colabore”, com a intenção de que o guia seja o mais colaborativo possível. Então, se você tem um samba, um grupo de teatro, qualquer coisa que tenha a ver com produção cultural em qualquer favela do Rio de Janeiro, você pode colocar no mapa. O site terá moderação apenas para checar se o conteúdo está nos moldes adequados e se aquele espaço é mesmo ponto cultural ou não. O guia também terá um aplicativo para celular e tablet.

“Essa é uma plataforma para que as pessoas que produzem cultura na favela se reconheçam no mapa, para que esses produtores culturais possam divulgar o seu trabalho e pra quem chega à cidade. O turista que chega ao Rio não tem guia nenhum de eventos culturais para além do centro e a zona sul da cidade. Às vezes ele ganha um guia da prefeitura ainda no aeroporto, mas com a plataforma ele poderá acessar do celular e ver quando tem feijoada na Cidade de Deus, por exemplo”, explica Gilberto.

Além disso, o mapa é do mundo inteiro (é só dar zoom menos). Se alguém na África quiser colocar seu ponto de cultura, ele vai poder, mas colocar os pontos culturais da Rocinha está sendo um problema. “No Google Maps, a Rocinha aparece como uma pedra, não tem ruas e a participação da galera que mora lá está sendo essencial”, conta Gilberto.



Serviço:

Lançamento do Guia Cultural de Favelas
Dia 29/08/2014 (sexta-feira)
Hora: 18h às 22h
Local: Observatório de Favelas
Endereço: Rua Teixeira Ribeiro, 535 – Maré – Rio de Janeiro
Atrações: Los Chivitos, Allen Jerônimo & Rave Raiz, DJ Pajé e DJ Alexandre


fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/favela247/151639/Amanh%C3%A3-%C3%A9-o-lan%C3%A7amento-do-Guia-Cultural-de-Favelas.htm


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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Concurso vai premiar iniciativas que movimentam a economia criativa no Brasil



Ao todo serão 21 ganhadores em diferente áreas do mercado criativo

A partir de quinta feira, 28, já é possível se inscrever no Prêmio Brasil Criativo, criado pelo Ministério da Cultura em parceria com a 3M e o Sebrae. O concurso terá 30 curadores que avaliarão trabalhos inscritos em 21 setores da economia criativa, distribuídos em cinco campos de interesse.


Divulgação

Moda e design são algumas das áreas englobadas pela iniciativa

As categorias são Criações Culturais e Funcionais (arquitetura, design, moda, games e gastronomia); Artes de Espetáculo (dança, música, circo e teatro); Audiovisual/Livro, Literatura e Leitura (cinema e vídeo e publicações em mídias impressas); Patrimônio (patrimônio material, patrimônio imaterial, arquivos e museus); e Expressões Culturais (culturas populares, culturas indígenas, cultura afro-brasileira, artesanato, artes visuais e arte digital). Haverá ainda um prêmio de Reconhecimento por Trabalho Consagrado.

O Prêmio Brasil Criativo será composto de 5 etapas. A primeira é o período de inscrições, quando a plataforma oficial receberá a candidatura dos empreendedores interessados em inscrever seus projetos. Depois, um conselho de curadores composto por 30 especialistas nas categorias citadas acima irá eleger seis projetos para cada uma das 22 premiações.

A terceira etapa é a votação popular na internet. Neste momento, o público elegerá três entre os seis trabalhos previamente selecionados. Na quarta etapa, os curadores escolherão um trabalho em cada categoria. E a quinta e última parte é a cerimônia de premiação, quando serão apresentados os vencedores. O evento acontecerá no Auditório Ibirapuera, no dia 3 de dezembro, em São Paulo.

Economia Criativa

Mundialmente, a economia criativa gera cerca de 8 trilhões de dólares por ano. Segundo dados do IBGE, só em 2010, a contribuição dos setores criativos no Brasil foi de 104 bilhões de reais. “Anualmente, no mundo, esse mercado cresce com taxas acima da economia tradicional, que pautou o desenvolvimento do século XX.”, explica Lucas Foster, um dos idealizadores e coordenador-geral da iniciativa. “Mas esse crescimento está concentrado nos países desenvolvidos. Agora, é a hora do Brasil ser reconhecido como a grande nação criativa do mundo”, completa.

As inscrições vão até dia 25 de setembro e devem ser feitas pelo site.


fonte: https://catracalivre.com.br/geral/empreendedorismo/indicacao/concurso-vai-premiar-iniciativas-que-movimentam-a-economia-criativa-no-brasil/


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terça-feira, 26 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Valor criativo: Seminário Futura Trends

O Seminário Futura Trends destaca hoje o potencial da criatividade para o empreendedorismo. O Vida & Arte discute os caminhos da chamada economia criativa


Capital intelectual como diferencial em um mercado cada vez mais concorrido. Essa é a aposta da economia criativa, segmento posicionado no cruzamento entre os setores artístico, de serviços e industrial. Com o tema “Fronteiras do empreendedorismo”, o Seminário Futura Trends, que ocorre hoje em Fortaleza, dá destaque à criatividade em debate sobre os desafios do mercado globalizado. Realizado pelo O POVO, o evento chega à quarta edição reunindo líderes de instituições diversas.



Consultora e palestrante internacional sobre indústrias e cidades criativas, Ana Carla Fonseca aponta que as economias começam a buscar alternativas para a briga por preço e passam a concorrer também por valor agregado, conseguindo um diferencial na criatividade. Ela destaca que a concorrência com grandes economias, como a China, tem feito o mercado internacional investir em outros atrativos. “Nos últimos vintes anos, o mercado vem padronizando serviços e produtos. É importante se diferenciar”, sugere.


Coordenador de economia criativa do Sebrae Ceará, Glauber Uchoa afirma que a maior busca por criatividade no mercado é fruto da mudança da chamada era industrial (onde o valor era baseado na produção das indústrias) para a era da informação. “A economia mais pujante da era da informação é a de serviços, e toda a economia criativa é baseada neles”, afirma Glauber, pesquisador sobre indústrias criativas há 10 anos.


No Futura Trends, o tema estará representado por André Maciel, chefe da Divisão de Difusão Cultural do Itamaraty. Maciel coordena projetos de economia criativa desenvolvidos por empreendedores nacionais, na busca por incentivar o desenvolvimento de intercâmbio entre países. Palestrante no painel “Brasil-China: oportunidades de investimentos”, André defende a indústria criativa também como ferramenta de diplomacia entre os países.


Artistas e cientistasAna Carla Fonseca pondera ser costume relacionar criatividade somente a artistas e cientistas. Esse paradigma, porém, é quebrado na medida em que outros profissionais vão buscando fundir cultura e conhecimento no cotidiano profissional. “O trabalhador criativo não é somente o gênio. Todos os profissionais são capazes de potencializar essa criatividade”, atesta.




Fonseca, que é ainda professora de pós-graduação em economia, cultura e cidades, relembra o caso de um barbeiro em São Paulo que reinventou o atendimento aos clientes. Simples ações, como servir chope aos frequentadores e promover promoções para grupos de amigos que vão juntos, foram o suficiente para manter a barbearia aberta. “São profissões que estão quase em desuso, mas que se recuperam pela (força da) criatividade”. Ela pontua ainda ser impossível “ser criativo sem ser curioso, incomodado” e completa: é preciso ser inquieto para se destacar no mercado.



“Inovação hoje é a base de sobrevivência para muitas empresas”, resume Glauber Uchoa. Em entrevista por telefone enquanto integrava a 24ª Convenção Nacional de Livrarias em São Paulo, o coordenador do Sebrae cita o mercado da leitura como exemplo. “O livro digital e os leitores de e-book são uma realidade e as livrarias devem inovar e repensar seu mercado. Quem mais fechou as portas foram as grandes livrarias, pois as pequenas estão justamente pensando em soluções para sobreviver e não focam seus negócios unicamente na venda de produtos”, diz.



SERVIÇO
Seminário Futura TrendsQuando: Hoje, a partir de 14h
Onde: La Maison Dunas (Av. Engenheiro Luis Vieira, 555 - Papicu)
Inscrições no local
Telefone: 3433 8464Site: http://seminariofuturatrends.com.br/

SAIBA MAIS


As indústrias criativas são definidas pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) como ciclos de criação, produção e distribuição de bens e serviços que usam a criatividade e o capital intelectual como principais insumos. Elas compreendem um conjunto de atividades baseadas no conhecimento que produzem bens tangíveis e intangíveis, intelectuais e artísticos, com conteúdo criativo e valor econômico.


Em 2012, o Ministério da Cultura (Minc) criou a Secretaria da Economia Criativa (SEC) para formular, implementar e monitorar políticas públicas para empreendimentos criativos brasileiros. A primeira secretária foi a cearense Cláudia Leitão. Hoje, quem assume a pasta é o comunicólogo Marcos André Carvalho.



O Seminário Futura Trends reúne dez palestrantes e os jornalistas Heródoto Barbeiro e Nazareno Albuquerque mediarão os painéis. O evento é uma realização da Fundação Demócrito Rocha e Grupo de Comunicação O POVO.
Corrigido: As inscrições podem ser feitas no local, e não como estava na versão anterior dessa matéria.

fonte: http://www.opovo.com.br/app/opovo/vidaearte/2014/08/25/noticiasjornalvidaearte,3303130/valor-criativo-seminario-futura-trends.shtml



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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Projeto do Museu da Imagem e Som do Piauí será lançado na segunda


Na próxima segunda-feira (25), não só a capital piauiense, mas todo o Estado, passará por mais um importante momento no que diz respeito, principalmente, à preservação da memória. Será o lançamento do projeto do Museu da Imagem e do Som do Piauí (MIS-PI) e Pinacoteca, que acontecerá no Palácio da Música, às 16 horas.

O primeiro passo para a instalação desse espaço se deu com a desocupação do prédio da antiga Câmara de Vereadores de Teresina, onde abrigará o museu. O segundo, foi a finalização do projeto. Já o terceiro, será a apresentação do mesmo que, durante a solenidade de lançamento, contará com a presença do prefeito Firmino Filho, que assinará a ordem de serviço, para, consequentemente, o projeto ser encaminhado para a licitação.

De acordo com o secretário municipal de economia solidária, Olavo Braz, um dos enfoques da atual gestão da Prefeitura está também ligado à economia criativa, que contempla a questão das manifestações culturais. “A economia criativa refere-se ao intangível, que envolve a produção distribuição, troca e uso de bens simbólicos. Para tanto, se faz necessária a atuação dos talentos criativos. E é neste universo que a PMT insere o MIS Piauí, um museu não só como equipamento urbano receptivo de peças antigas, mas um museu vivo, capaz de estimular talentos”, explica.

A construção desse valoroso espaço nasce de uma ação manifestada pela Prefeitura da cidade, que pretende preservar o patrimônio (material e imaterial) da história de seu povo. Além disso, representará um avanço no âmbito da economia, já que integrará o corredor cultural da cidade.

O Museu da Imagem e Som e Pinacoteca contará com elementos como fotografias, desenhos, pinturas, hemerotécnicos, videográficos, fonográficos. Não esquecendo também que a memória cotidiana é de grande valor afetivo e patrimonial para a história do Piauí e suas fronteiras.

fonte: http://cidadeverde.com/projeto-do-museu-da-imagem-e-som-do-piaui-sera-lancado-na-segunda-171211


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terça-feira, 19 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Sebrae promove capacitação para agentes culturais


Objetivo é auxiliá-los a captar recursos de edital do BNB


As inscrições ocorrem até dia 31 deste mês (Foto: Afredo Moreira)


O Banco do Nordeste lançou o seu edital de seleção de projetos culturais 2014/2015, com dotação orçamentária de R$ 4,5 milhões, oriundos de incentivos previstos na Lei nº 8313 (Lei Federal de Incentivo à Cultura, denominada Lei Rouanet). Gratuitas, as inscrições poderão ser realizadas no período de 04 de julho a 31 de agosto de 2014. Serão aceitas, exclusivamente, inscrições pela internet.

Com o objetivo de auxiliar a inscrição de projetos sergipanos nesta seleção, o Sebrae oferecerá um curso para orientar agentes da Economia Criativa que estejam interessados na captação desses recursos. O curso acontecerá nos dias 20, 21 e 28 de agosto, das 19h às 22h, na sede do Sebrae, localizada na Avenida Tancredo Neves, 5.500, Bairro América, e será conduzido pelo instrutor Edmilson Suassuna. As inscrições são gratuitas.

De acordo com a gestora do Projeto Negócios em Economia Criativa do Sebrae, Mércia Aragão , a proposta visa proporcionar aos agentes da economia criativa a oportunidade de elaborar seus projetos com maiores chances de aprovação. “É uma oportunidade para que eles consigam construir propostas capazes de captar recursos tanto nesse edital como em outros que vierem a ser lançados até o final do ano”, explicou.

Os interessados devem enviar e-mail para o contato – negociocriativose@gmail.com – com os seguintes dados: nome e endereço completos, data de nascimento, CPF, Grau de instrução, telefone e e-mail. Serão oferecidas 15 vagas.

O Programa

O edital contempla diversos segmentos, incluindo artes cênicas (teatro, dança, performance, circo); artes visuais (exposição); humanidades (apresentações literárias, publicação de livros de arte e ações de incentivo à leitura); música (erudita e instrumental); e cinema (mostras e festivais). Serão selecionados somente projetos realizados nos municípios da área de atuação do Banco do Nordeste (Nordeste, Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo) e para a programação dos três Centros Culturais Banco do Nordeste (Fortaleza; Cariri, em Juazeiro do Norte, no sul do Ceará; e Sousa, no alto sertão paraibano).

Os critérios de seleção dos projetos inscritos são: a) relevância e qualidade conceitual e temática: concepção e argumentação que evidenciem importância histórica, cultural e artística para o Nordeste, em consonância com o eixo curatorial; b) contribuição ao fortalecimento da diversidade cultural brasileira: diálogo com as diversas manifestações e/ou expressões das culturas populares; c) impacto social: características socioeconômicas da população envolvida, além de duração e profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação; d) viabilidade técnica: demonstração de capacidade de realização e do envolvimento de profissionais com notória especialização; e) adequação financeira: compatibilidade com parâmetros de preços praticados no mercado cultural; f) no caso de projetos para a programação dos Centros Culturais Banco do Nordeste, será necessária a adequação física, ou seja, adaptabilidade aos espaços (dependências dos Centros Culturais Banco do Nordeste e de outros locais de sua área de atuação).

Os projetos serão avaliados por uma comissão interna do BNB, composta por técnicos dos Centros Culturais Banco do Nordeste, dos Ambientes de Marketing e de Comunicação, e serão homologados pelo comitê de patrocínios do Banco do Nordeste e da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (SECOM/PR).

Poderão participar do edital dois tipos de proponentes: pessoas jurídicas, necessariamente de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos, e pessoas física, que sejam brasileiros natos, naturalizados ou estrangeiros residentes no Brasil há mais de três anos.

O prazo de vigência do edital será de dois anos a partir de sua publicação. Os projetos serão selecionados para realização no período de novembro/2014 a dezembro de 2016.

Fonte: Ascom Sebrae


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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Brasileira é eleita mulher mais criativa na publicidade


A vice-presidente de criação da FCB Brasil, Joanna Monteiro, foi eleita pelo site americano Business Insider como a mulher mais criativa da publicidade atualmente. A escolha de Joanna veio na esteira de uma forte campanha da agência no Cannes Lions - Festival Internacional de Criatividade deste ano.

A FCB trouxe o Grande Prêmio do júri em Mobile Lions - categoria que premia ações desenvolvidas para celulares - para uma campanha da Nivea Sun Kids. A ação da Nivea Sun Kids consistia na distribuição de um bracelete equipado com um dispositivo bluetooth - que foi fixado em um anúncio impresso veiculado na revista Veja Rio - e permitia que os pais controlassem, por meio de um aplicativo para celular da marca, a localização de seus filhos, evitando que eles se perdessem na praia.

Além do Grand Prix, a empresa recebeu 17 Leões no festival deste ano. Outro destaque da FCB Brasil foi a campanha Speaking Exchange (Intercâmbio de Conversação), para a escola de inglês CNA, que recebeu três Leões de Ouro - um em Direct Lions (para ações de marketing direto) e dois em Promo & Activation (promoções e ativações de marca). A peça publicitária criou um novo negócio para a CNA ao recrutar idosos que vivem em casas de repouso nos Estados Unidos para ensinar inglês a jovens brasileiros.

A publicitária diz que o resultado em Cannes e a eleição da Business Insider refletem um trabalho de transformação da agência que começou há três anos e incluiu a simplificação do nome da empresa, que antes se chamava Giovanni+ DraftFCB. Dentro da nova proposta, criação, mídia, atendimento e planejamento passaram a trabalhar de forma integrada, segundo Joanna. "Foi essa mudança que me atraiu", diz a publicitária, que deixou a Africa, do grupo ABC, de Nizan Guanaes, para se juntar à FCB em 2012. "Acho que os frutos, em termos de prêmios, vieram até antes do que a gente imaginava", diz a vice-presidente de criação.

O reconhecimento da Business Insider pode mostrar, segundo Joanna, que a criação publicitária é uma carreira viável para mulheres. "Durante muito tempo, pelas exigências de horário, esta não era uma atividade atraente para mulheres. Mas hoje todos na profissão buscam um equilíbrio melhor com a vida pessoal."

Para a publicitária, a presença feminina na chefia da criação publicitária, apesar de rara tanto no Brasil quanto no exterior, é considerada positiva pelos clientes. "Só tive boas experiências. As empresas gostam de ter a visão feminina. A decisão de compra costuma ser das mulheres, mesmo em produtos para os homens." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Fonte: Estadao Conteudo


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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Games serão contemplados no Prêmio Brasil Criativo do Ministério da Cultura


A área de software e games é um dos que mais empregam no país. Concurso contemplará todos os 21 setores criativos em cinco áreas de interesse. Abertura será no Itaú Cultural e encerramento no Auditório Ibirapuera.


A cerimônia de lançamento do Prêmio Brasil Criativo - Nossa essência, reconhecida acontecerá no próximo dia 28 de agosto no espaço Itaú Cutural, à Avenida Paulista,149, em São Paulo, às 19h, em comemoração a abertura das inscrições que ocorrerão também no dia 28 as 0h00, e contará com projetos nas áreas de games, tecnologia, softwares, design, criações funcionais, e ntre outros que tenham como base a economia criativa.


Os games não ficarão de fora desta festa. O setor é um dos mais queridos pelos criativos, vez que envolve design, arte e muita criatividade. Entre os setores da economia criativa que mais empregam anualmente, há um destaque para a área de software, computação e telecomunicação, com um número de 41,2 mil empregos. O conceito de economia criativa não é totalmente novo, e trata-se de um conjunto de atividades em que a criatividade compõe o fator mais expressivo, além de aspectos culturais, econômicos e sociais.


“A Economia Criativa movimenta 8 trilhões de dólares por ano no mundo. O Brasil precisa aumentar a sua participação neste segmento e o Prêmio Brasil Criativo chegou para fortalecer e reconhecer sua importância para o desenvolvimento do país”, ressalta Lucas Foster, idealizador do prêmio. Aproximar áreas que antes pareciam distantes em um grande Prêmio, é um dos muitos beneficios que o conceito dessa nova economia promete trazer para o mercado não só no âmbito profissional, mas no cultural e social também.


O Prêmio Brasil Criativo irá abranger os cinco campos de interesse da economia criativa: Criações Culturais e Funcionais, Audiovisual e Literatura, Patrimônios, Artes de espetáculo e Expressões culturais além do prêmio de Reconhecimento por Trabalho Consagrado. Acontecerá em 5 diferentes etapas, sendo a primeira dela as inscrições on-line, seguida por uma primeira seleção realizada pelos curadores, uma segunda eleição por voto popular na internet, e a seleção final, na qual os curadores escolherão um trabalho de cada categoria. O evento tem seu ponto alto na cerimônia de premiação, a ser realizada no Auditório Ibirapuera, no dia 3 de dezembro.

CRONOGRAMA PRÊMIO BRASIL CRIATIVO 2014
27/08 - Abertura das inscrições na plataforma online (www.premiobrasilcriativo.com.br);
28/08 - Cerimônia de lançamento do Prêmio Brasil Criativo 2014;
28/08 a 25/09 - Período de inscrições;
28/09 a 05/10 - Curadoria seleciona seis candidatos;
05/10 a 10/10 - Divulgação dos candidatos selecionados;
10/10 a 10/11 - Abertura das votações pela internet;
12/11 - Divulgação dos 3 selecionados de cada categoria;
11/11 a 20/11 - Curadoria para seleção do trabalho para cada categoria;
03/12 - Cerimônia de encerramento no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo - SP.

Informações à Imprensa, entrevistas ou imagens:

Sobre o Prêmio Brasil Criativo
O Prêmio Brasil Criativo é apresentado pelo Ministério da Cultura, 3M e Sebrae, e conta com o apoio do Catraca Livre, da Endeavor, do Brasil Post, da youPIX e do Itaú Cultural. A iniciativa e realização é da ProjectHub, uma rede global, fundada no Brasil, para empreendedores criativos impactarem positivamente a vida das pessoas. A produção, por sua vez, fica por conta da produtora Muda Cultural.

Sobre a ProjectHub
A ProjectHub é uma empresa brasileira de conexão, planejamento e criação de conteúdo. Desde 2011, o escritório, sediado em São Paulo, Brasil, fomenta e articula redes de criativos com o propósito de transformar a realidade e qualificar a experiência de vida das pessoas por meio da produção de conteúdos relevantes e experiências inesquecíveis, tornando-se uma plataforma global de criatividade. Entre música, moda, gastronomia, arquitetura e arte urbana, além dos projetos da casa, a ProjectHub também desenvolve ações de positivação e posicionamento de marcas, incrementando grandes empresas nacionais e multinacionais em parcerias, ações e eventos. Entre as organizações e eventos, estão: 3M, Instituto Itaú Cultural, Endeavor Brasil, Cities for People, Bjarke Ingels Group, Zaha Hadid, Escola São Paulo, Ateliê Carla Caffé, São Paulo Turismo, e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Sobre Lucas Foster
Lucas Foster é fundador e diretor executivo da ProjectHub. Seus esforços se concentram em estreitar os laços entre diversos importantes agentes do país para gerar produtos, serviços, conteúdos e experiências relevantes e originais, de natureza cultural e criativa. Psicólogo, Foster concluiu sua especialização em International Leadership Education na Dinamarca para então retornar ao Brasil e trabalhar para garantir o papel relevante que a Economia Cria tiva deve ocupar no Século XXI e para por em prática o sonho de mostrar ao mundo o potencial criativo e inovador do povo brasileiro.

Informações à Imprensa, entrevistas ou imagens:

PROJECTHUB
Gustavo Angimahtz
imprensa@projecthub.com.br

Jéssica Santos
contato@projecthub.com.br

Fixo: 11 2373 3049
Cel: 11 97444 1447


fonte: http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,693443,Games_serao_contemplados_no_Premio_Brasil_Criativo_do_Ministerio_da_Cultura_,693443,2.htm



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terça-feira, 12 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Arquitetura e Design serão contemplados no Prêmio Brasil Criativo


As áreas lideram o ranking de setores produtivos da Economia Criativa no Brasil.



O Prêmio Brasil Criativo - Nossa essência, reconhecida, contemplará também arquitetos e designs, e outros profissionais ligados ao ramo da criatividade poderão participar da maior iniciativa para o reconhecimento e desenvolvimento da economia criativa, serão aberta as 0h00 do próximo dia 28 de agosto. Para celebrar a abertura, haverá uma cerimônia no Itaú Cultural, localizado na Avenida Paulista, 149, em São Paulo, às 19h.


A Economia Criativa gera, mundialmente, cerca de 8 trilhões de dólares por ano dividido em diferentes segmentos. No Brasil, de acordo com o relatório da Conferência das Nações Unidas sobre comércio de desenvolvimento de 2011, Arquitetura e Design apareceram liderando o ranking de setores produtívos da Economia Criativa com valores somados de R$ 3.454,40 milhões de reais, ficando também em segundo lugar no ranking de maiores salários pagos para o segmento: média de R$ 7.113,00. "O Prêmio Brasil Criativo é uma ferramenta que irá contribuir com a economia criativa no país, reconhecendo a criatividade brasileira e fomentando a inovação para o desenvolvimento sustentável no Brasil", comemora Lucas Foster, um dos idealizadores e coordenador-geral da iniciativa.


"Anualmente, no mundo, a economia criativa cresce com taxas acima da economia tradicional, que pautou o desenvolvimento do século XX, mas esse crescimento está concentrado nos países desenvolvidos. Agora, é a hora do Brasil ser reconhecido como a grande nação criativa do mundo", completa Foster. O Prêmio procura descobrir e desenvolver profissionais criativos que estão em busca dessa nova economia que promete reger, desde agora, o universo artístico dentro do país.


O Prêmio Brasil Criativo irá abranger os cinco campos de interesse da economia criativa: Criações Culturais e Funcionais, Audiovisual e Literatura, Patrimônios, Artes de espetáculo e Expressões culturais além do prêmio de Reconhecimento por Trabalho Consagrado. Acontecerá em 5 diferentes etapas, sendo a primeira dela as inscrições on-line, seguida por uma primeira seleção realizada pelos curadores, uma segunda eleição por voto popular na internet, e a seleção final, na qual os curadores escolherão um trabalho de cada categoria. O evento tem seu ponto alto na cerimônia de premiação, a ser realizada no Auditório Ibirapuera, no dia 3 de dezembro.

CRONOGRAMA PRÊMIO BRASIL CRIATIVO 2014
27/08 - Abertura das inscrições na plataforma online (www.premiobrasilcriativo.com.br);
28/08 - Cerimônia de lançamento do Prêmio Brasil Criativo 2014;
28/08 a 25/09 - Período de inscrições;
28/09 a 05/10 - Curadoria seleciona seis candidatos;
05/10 a 10/10 - Divulgação dos candidatos selecionados;
10/10 a 10/11 - Abertura das votações pela internet;
12/11 - Divulgação dos 3 selecionados de cada categoria;
11/11 a 20/11 - Curadoria para seleção do trabalho para cada categoria;
03/12 - Cerimônia de encerramento no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo - SP.

Sobre o Prêmio Brasil Criativo
O Prêmio Brasil Criativo é apresentado pelo Ministério da Cultura, 3M e Sebrae, e conta com o apoio do Catraca Livre, da Endeavor, do Brasil Post, da youPIX e do Itaú Cultural. A iniciativa e realização é da ProjectHub, uma rede global, fundada no Brasil, para empreendedores criativos impactarem positivamente a vida das pessoas. A produção, por sua vez, fica por conta da produtora Muda Cultural. O Prêmio Brasil Criativo irá abranger os cinco campos de interesse da economia criativa: Criações Culturais e Funcionais, Audiovisual e Literatura, Patrimônios, Artes de espetáculo e Expressões culturais além do prêmio de Reconhecimento por Trabalho Consagrado. Acontecerá em 5 diferentes etapas, sendo a primeira dela as inscrições on-line, seguida por uma primeira seleção realizada pelos curadores, uma segunda eleição por voto popular na internet, e a seleção final, na qual os curadores escolherão um trabalho de cada categoria. O evento tem seu ponto alto na cerimônia de premiação, a ser realizada no Auditório Ibirapuera, no dia 3 de dezembro.

Sobre a ProjectHub
A ProjectHub é uma empresa brasileira de conexão, planejamento e criação de conteúdo. Desde 2011, o escritório, sediado em São Paulo, Brasil, fomenta e articula redes de criativos com o propósito de transformar a realidade e qualificar a experiência de vida das pessoas por meio da produção de conteúdos relevantes e experiências inesquecíveis, tornando-se uma plataforma global de criatividade. Entre música, moda, gastronomia, arquitetura e arte urbana, além dos projetos da casa, a ProjectHub também desenvolve ações de positivação e posicionamento de marcas, incrementando grandes empresas nacionais e multinacionais em parcerias, ações e eventos. Entre as organizações e eventos, estão: 3M, Instituto Itaú Cultural, Endeavor Brasil, Cities for People, Bjarke Ingels Group, Zaha Hadid, Escola São Paulo, Ateliê Carla Caffé, São Paulo Turismo, e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Sobre Lucas Foster
Lucas Foster é fundador e diretor executivo da ProjectHub. Seus esforços se concentram em estreitar os laços entre diversos importantes agentes do país para gerar produtos, serviços, conteúdos e experiências relevantes e originais, de natureza cultural e criativa. Psicólogo, Foster concluiu sua especialização em International Leadership Education na Dinamarca para então retornar ao Brasil e trabalhar para garantir o papel relevante que a Economia Criativa deve ocupar no Século XXI e para por em prática o sonho de mostrar ao mundo o potencial criativo e inovador do povo brasileiro.

Informações à Imprensa, entrevistas ou imagens:

PROJECTHUB
Gustavo Angimahtz
imprensa@projecthub.com.br

Jéssica Santos
contato@projecthub.com.br

Fixo: 11 2373 3049
Cel: 11 97444 1447


fonte: http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,693445,Arquitetura_e_Design_serao_contemplados_no_Premio_Brasil_Criativo,693445,5.htm


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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Lindberg quer criar 'mil pontos de cultura' se for eleito no RJ


Candidato participou de debate no Circo Crescer e Viver.
Petista também quer aumentar orçamento cultural no estado.






O candidato ao governo do estado Lindberg Farias (PT) participou de um debate sobre cultura na noite desta segunda-feira (11) no Circo Crescer e Viver, na Cidade Nova, Região Central do Rio. O petista se comprometeu a criar em seu mandato, caso seja eleito, cerca de mil pontos de cultura espalhados pelo estado.
Lindberg Farias em debate na Cidade Nova
(Foto: Isabela Marinho/G1)

No debate mediado pelo secretário municipal de Cultura do Rio, Sérgio Sá Leitão, Lindberg propôs criar um orçamento territorializado - não somente na Cultura - que divide o dinheiro de acordo com o número de habitantes de cada área do estado.

O petista disse ainda que pretende, nos seus quatro anos de mandato, ampliar o orçamento do estado dedicado à cultura - que em 2013 foi de 0,26%. Ele quer que o percentual direcionado ao fomento cultural chegue a 1,5%.

O ex-senador, que deixou o cargo para se candidatar ao governo do estado, disse que vai permanecer com as UPPs, mas se for eleito, não vai defender o modelo policial vigente. Lindberg falou em uma possível "desmilitarização da polícia", embora não tenha detalhado como fará isso.

Lindberg também falou no debate que pretende seguir os modelos brizolistas do Ciep e criar 100 unidades durante os quatro anos de mandato. Segundo o candidato, os institutos teriam "outra estrutura, mas com a mesma ideia de escola em horário integral".

O petista também propôs dar crédito subsidiário à economia criativa, dando fomento a grupos coletivos de cultura.

Os candidatos Tarcísio Motta (PSOL) e Luiz Fernando Pezão (PMDB) também participarão de debates no circo, segundo a organização. Anthony (PR) Garotinho e Marcelo Crivella (PRB) ainda não haviam respondido ao convite para o debate até o fim da noite desta segunda (11).

Na manhã desta segunda-feira (11), Lindberg também esteve no Subúrbio do Rio para fazer uma viagem num dos trens da Supervia. O candidato afirmou que vai investir na melhoria do transporte rodoviário, para transformá-lo numa espécie de metrô de superfícia.


fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/eleicoes/2014/noticia/2014/08/lindberg-quer-criar-mil-pontos-de-cultura-se-eleito-no-rj.html


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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Santa Cruz de Goiás e a economia criativa



Sempre procuramos o nosso cheiro, nossas cores, nossas vozes para nos sentirmos parte de um todo. Somos seres em permanente construção; possuímos um acervo vivencial que contribui para a nossa constituição enquanto sujeito sócio-cultural.


Às vezes me pego procurando esses sinais, coisas que fazem com que eu me sinta um pouquinho em casa por mais longe que eu esteja. A casa que refiro não é construída com tijolos, cimento, telhas, mas uma casa edificada com signos e significados, ligações simbólicas, alicerçada por uma relação dinâmica entre o sujeito e a cultura.


Na concepção descritiva, pululam estudiosos destinados a estudarem cientificamente o conjunto inter-relacionado de crenças, costumes, formas de conhecimentos, arte, etc, que são adquiridos pelos sujeitos enquanto membros de uma sociedade particular. A pesquisa de um lado e os grupos de culturas do outro. Há um processo; uma constante busca em relativizar - se com os demais e estabelecer uma relação dinâmica entre os estudiosos e o objeto de estudos.


Os grupos culturais tradicionais constituem num espaço de construção dialógica e de vivências de produção, distribuição, organizados a partir de valores de solidariedade e cooperação. A sonhada economia da cultura (criativa) e os empreendimentos de economia solidária: – A cultura empresarial capitalista é a liberal (ou neoliberal), segundo Paul Singer, “que hoje prevalece no mundo, mas se confronta com as culturas do mundo do trabalho, cujo denominador comum tende a ser a economia solidária. Uma tendência que se afirma cada vez mais no Brasil e em outros países da América Latina e começa a se desenvolver também na África, Ásia, Europa, América do Norte e Oceania. Na medida em que a economia solidária constitui uma proposta cultural aberta à confluência com os frutos de outras experiências históricas, de povos tradicionais de diversos continentes, religiões, línguas etc. e dos mais jovens que já nasceram num mundo globalizado e desde cedo experimentam o choque entre culturas de classe opostas, que as conquistas cibernéticas vão difundindo, ela se torna o substrato comum das culturas do povo trabalhador de muitas latitudes ...”


O cooperativismo aparece como alternativa ao capitalismo.


Singer, no I Encontro dos Municípios, com o Desenvolvimento Sustentável, salientou a afinidade entre a economia criativa e solidária: (...): “A minha proposta é que cientistas e artistas trabalhando em conjunto tendem a ser solidários e não competitivos”.


O ano 2012 foi escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para destacar o tema do cooperativismo no mundo. Uma forma de viver e trabalhar em que as pessoas buscam alternativas ao modo de produção excludente; um desenvolvimento para as pessoas, construído pela população a partir dos valores da solidariedade, da democracia, da cooperação, da preservação ambiental e dos direitos humanos.


A autogestão dos empreendimentos culturais, tais como, folia, cavalhada, contradança, congada etc., nos pequenos municípios, a exemplo de Santa Cruz de Goiás, onde a gestão da cultura é débil e sujeita a oscilações, se solidifica e se sustenta na base da solidariedade onde o que mais se troca são afeiçoes e histórias. A criatividade mantém a memória, escreve histórias e gera renda.


A cultura popular com seus grupos é um capital simbólico, uma moeda de troca, pois bem administram sua herança cultural, assim afirmou Regina Lacerda.


Economia Solidária, Economia da Cultura, Meio Ambiente são enunciados que nunca devem se distanciar.


Um Movimento Ambientalista defende o “decrescimento” como a única forma de garantir a sustentabilidade do planeta a longo prazo: “(...) Acumulamos sacrifícios escondidos – por exemplo, na questão da mobilidade. Em vez de andar 400 metros, muitos preferem usar um carro, objeto que custará dois meses de seu trabalho, provocará poluição e ficará parado no trânsito. É fascinante como temos pouco controle sobre nossas escolhas, como elas são determinadas inconscientemente. Atualmente, elas são direcionadas para estimular o consumo. Temos que quebrar esse processo, direcionando-o para (promover um estilo de vida) de baixo consumismo” (Assadoirian em entrevista à Paula Adamo Idoeta, da BBC Brasil em Londres).


A criatividade incide a dificuldade e transforma o saber em economia, sem afugentar a essência. A globalização tende a hegemonizar a cultura, porém, os atores e os sujeitos ratificam as particularidades que singularizam e as singularidades que particularizam cada expressão, e assim, definem territórios criativos e específicos onde o individuo se insere, se sente parte, contribuindo, (re) criando, (res) significando. Alguns veem a cultura, apenas, como produto; outros buscam o conhecimento para entenderem os significantes e os significados.


Desta maneira verifica-se a criatividade das amigas Liberalina e Luciana e a solidariedade entre vizinhos ao organizarem a “quadrilha do beco”, intercambiando o ganho simbólico e numérico, transcendendo a poesia, proporcionando o (re) encontro de gerações e a geração de renda.
(Fátima Paraguassu, presidente da Associação dos Amigos de Santa Cruz de Goiás - fatipar@hotmail.com)

fonte: http://www.dm.com.br/texto/185762



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terça-feira, 5 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Patrocínio coletivo turbina projetos sociais na internet

“Projetos sociais ganham força em plataformas de financiamento coletivo na internet”




Há quatro anos, o crowdfunding – ou financiamento coletivo – chegou ao Brasil e se tornou uma forma ágil e eficiente de dar vida a projetos culturais. Diferentemente do que muitos céticos previam, o modelo continua em plena expansão, mas agora em novo viés: projetos sociais. Hoje, é possível apoiar desde uma ação da ONG Expedicionários da Saúde, que arrecadou R$ 34 mil para levar atendimento médico à população indígena do Parque do Xingu, até o escritório Teto, que já construiu 41 casas em comunidades cariocas.

– O crowdfunding está ultrapassando aquele momento inicial, de financiamento de projetos de artistas viabilizado por fãs, para ganhar um sentido mais comunitário, com pessoas se reunindo para alavancar projetos de impacto social – descreve o coordenador do Núcleo de Economia Criativa da ESPM Rio, Rodrigo Carvalho. – O modelo não está nem perto de se esgotar. Pelo contrário, a tendência é que ele atinja cada vez mais gente, com projetos mais ambiciosos.

Um indicativo desse potencial são os números grandiosos do mercado mundial da economia colaborativa. Apenas o Kickstarter, maior portal do gênero no globo, ultrapassou, em março, a marca de US$ 1 bilhão arrecadados de 5,7 milhões de pessoas que ajudaram 135 mil projetos. Enquanto isso, no Brasil, os sites Catarse, Benfeitoria e Juntos, que formam a maior parte do mercado, somam quase R$ 21 milhões para 1.388 ações.

– Os números mostram que estamos apenas no começo. Nos Estados Unidos, onde US$ 87 milhões já foram arrecadados para 48 mil projetos, algumas arrecadações são concluídas em poucas horas – diz o professor Fabio Gallo, da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP).

No financiamento coletivo, os colaboradores sempre ganham uma recompensa, seja uma camiseta, um adesivo, uma bolsa ou apenas a satisfação de ver a ação concretizada. Firme nesse propósito, o maior portal do Brasil, o Catarse – que, sozinho, arrecadou R$ 18 milhões em quatro anos de atuação – não aceita projetos lançados por alguém em benefício próprio.

– Não aceitamos campanhas que buscam, por exemplo, financiar seu casamento, um iPhone novo ou a cirurgia da mãe – diz o fundador Felipe Caruso, em tom bem-humorado. – Apesar de acharmos essas causas válidas, temos essa regra: o projeto precisa promover um bem comum ou partir de uma ONG ou instituição de caridade que queira beneficiar indivíduos.

A ONG Soluções Urbanas, que há quatro anos reforma habitações degradadas no Morro Vital Brazil, em Niterói (RJ), usou pela primeira vez o financiamento coletivo para conseguir verba para a casa de Maria Alves da Conceição. A aposentada mobilizara fiéis da sua igreja a fim de juntar mil caixas de bebidas longa vida para a reforma, já que a ONG usa as embalagens como moeda de troca numa feira de materiais de construção. Mas, como os itens conseguidos não seriam suficientes, Mariana Esteves, presidente da Soluções Urbanas, teve a ideia de pedir R$ 40 mil no Catarse. Conseguiu R$ 42.498.

– Por conta da história pessoal, a capacidade de mobilização da Dona Maria era tão grande que pensei que um financiamento coletivo seria o método ideal – comenta Mariana, que, satisfeita, vai aplicar o modelo em outras ações da ONG. – Essa é uma estratégia interessante para atender famílias sem acesso a microcrédito ou obras de mutirão.

Casas, carroças, atendimento médico...

Presente em 19 países da América Latina, a ONG Teto, que também constrói casas em comunidades, chegou ao Rio no ano passado para atuar em Jardim Gramacho, Parque das Missões e Vila Beira-Mar. Já colocou de pé 41 casas para as famílias que perderam a fonte de sustento depois do fechamento do lixão de Duque de Caxias, sendo que as primeiras cinco delas só saíram da planta graças ao financiamento coletivo. Já o “Pimp My Carroça”, que promove reformas das carroças de catadores de materiais recicláveis, já teve quatro edições: duas em São Paulo, uma no Rio e outra em Curitiba. Para suprir a demanda de outras cidades, está sendo lançado, hoje, dentro do site Catarse, um canal que permite a pessoas em todo o país replicar a ação. Cada entusiasta que quiser fazer seu próprio “Pimp My Carroça” com um catador pode abrir um projeto de financiamento coletivo no canal e, assim, cobrir o custo de R$ 500 de um kit – com capa de chuva, camiseta com tecido refletivo, luvas e outros itens de segurança.

– Agora, poderemos democratizar o acesso dos catadores a condições básicas de trabalho, fora a melhoria na autoestima do profissional, que sai da posição de trabalhador marginalizado para se tornar alguém que recebe o apoio de dezenas de pessoas – analisa o idealizador do projeto, o grafiteiro Thiago Mundano, que discursará sobre seu trabalho na próxima edição do TED Global no Rio, em outubro.

As incursões dos grupos Expedicionários da Saúde e S.A.S. Brasil também são casos de sucesso no Catarse. Em abril, graças aos R$ 34 mil coletados, a equipe de voluntários levou atendimento cirúrgico à população indígena do Parque do Xingu, no Norte do Mato Grosso. Já o projeto organizado pelos participantes do Rally dos Sertões, que carrega médicos, dentistas, atividades culturais e oficinas por onde a competição passa, parte para sua segunda campanha, no ar durante o mês de agosto. Desta vez, os produtores pedem R$ 34 mil para a compra de um contêiner que servirá de consultório médico e odontológico e também como uma tela de cinema 3D.

Para Murilo Farah, fundador do site Benfeitoria, que já obteve mais de R$ 1,6 milhão para 161 ações de impacto social em três anos de plataforma, o modelo de negócios ainda esbarra em limitações.

– A maior barreira é o pouco acesso à web nas comunidades de baixa renda. Mesmo quando há internet, não há costume de compra on-line ou acesso a cartão de crédito. Isso impede que os próprios moradores financiem seus projetos e dependam das contribuições dadas pela classes média e alta. Enquanto esse tipo de financiamento não sair da bolha formada pelos jovens abastados, não vai alcançar todo o seu potencial.


fonte: http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed810_patrocinio_coletivo_turbina_projetos_sociais_na_internet


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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

A Economia Criativa · Goiás descobre a cultura como fonte de geração de emprego e renda


Aos poucos, gestores públicos e empreendedores percebem que a criatividade e a inovação podem gerar não apenas riqueza humana, mas também econômica. Municípios como Rio Quente investem cada vez mais em políticas públicas para o setor


Arte: Fred Passos

Ketllyn Fernandes e Thiago Burigato

Em plena era da informação, há ainda quem estranhe que a criatividade cause quase tanto impacto na economia e na política quanto a indústria do petróleo. Com o passar das décadas, governantes e empreendedores passaram a compreender, cada vez mais, o real valor da cultura em suas mais diversas manifestações. Seja na moda, nas artes plásticas, na gastronomia, no teatro, no design, na arquitetura (entre tantas outras possibilidades), tais produções passaram a ser reconhecidas não só pela sua relevância humana, mas também pela riqueza econômica que poderiam gerar. No entanto, foi apenas no final do século 20 que surgiu um conceito que abrangesse todas essas áreas, dando início a uma crescente onda de políticas públicas voltadas para o incentivo à arte e à inovação em todo o mundo. Goiás, com toda sua riqueza cultural, histórica e natural, se destaca nesse filão, ainda que poucos conheçam, de fato, as potencialidades daquilo que é produzido por mentes e mãos humanas no Estado.

Foi na Austrália, em 1994, onde se originou o que busca-se entender por Economia Criativa. Duas décadas depois, a indefinição quanto ao que significa em exato essa terminologia contrasta com sua importância e presença em toda e qualquer atividade, já que para viver é preciso consumir e conviver com os mais diversos produtos oriundos da criação humana, no que se encaixa desde feitos tangíveis (uma comida típica, um produto de artesanato, uma roupa, um filme, uma canção ou um aparato tecnológico) aos intangíveis (a simbologia de uma festa tradicional de uma cidade, de um Estado, de um país, do mundo).

De lá para cá, a representatividade deste tipo de produção se mostrou tão abrangente que as atividades relativas ao conhecimento desbancaram as atividades industriais e se tornaram o principal foco de políticas públicas de diversos países (confira o vídeo abaixo). Nesse sentido, tudo teve início no Reino Unido, com uma iniciativa do então primeiro-ministro Tony Blair, que deu o pontapé inicial em prol do desenvolvimento da Economia Criativa em seu país ainda em 1997. Naquele ano ele convocou os mais variados representantes de seu governo a fim de colocar em prática um plano multissetorial para a análise de tendências de mercado e competitividade vantajosa e assim descobrir os campos mais promissores para o século que se iniciaria dali a três anos.



No Brasil, embora o conceito já viesse sendo trabalhado desde 2005 pelo então ministro da Cultura Gilberto Gil, a primeira iniciativa concreta se deu com o lançamento pelo Ministério da Cultura (MinC), em abril de 2012, do Observatório Brasileiro da Economia Criativa (Obec), criado com a finalidade de apurar e propagar conhecimentos acerca da Economia Criativa no país – que pela sua dimensão continental precisou de ramificações nos Estados. Goiás, que vive franca expansão da Economia Criativa, foi um dos Estados escolhidos para receber um dos seis primeiros Obecs estaduais, instalado aqui em dezembro de 2013 em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG).

Assim como as unidades do Amapá, da Bahia, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e do Distrito Federal, o Obec goiano objetiva o mapeamento, no prazo de quatro anos, do que se produz, do por quê se produz, e qual o resultado econômico dessa produção criativa. “O objetivo geral é termos bases confiáveis para pesquisa do setor, além de subsidiar decisões públicas sobre políticas culturais”, explicou ao Jornal Opção Online o coordenador do Obec-GO, Cleomar Rocha, professor doutor especialista em Economia Criativa que também coordena o Media Lab da UFG. De acordo com ele, a escolha do MinC por vincular os observatórios a universidades se deve à necessidade de que haja continuidade na iniciativa. “Se vinculados aos órgãos Executivos estaduais, poderia haver descontinuidade momentânea”, explica.


Coordenador do Obec-GO, Cleomar Rocha: “A informação e o conhecimento são base da contemporaneidade, e a cultura é o solo fértil para esta lida”

Questionado sobre os possíveis motivos de a Economia Criativa ter ganhado tanto destaque e instigado tantas autoridades da área econômica a observar e incentivar esse tipo de produção, o professor relata que a movimentação financeira provocada por esses produtos em escala global chama a atenção de empreendedores e governantes. No entanto, ele ressalta que trata-se de um segmento que ainda está engatinhando. “O setor cultural recebe pouca atenção, em ações quase sempre de mecenato, quando vários investimentos poderiam não apenas caminhar para sustentabilidade financeira, como também gerar emprego e renda”, frisa.

Ele observa que o interesse por este tipo de economia tem crescido também por conta da mobilidade turística, que demanda as mais diversas construções e criações com valor cultural agregado. “A informação e o conhecimento são base da contemporaneidade, e a cultura é o solo fértil para esta lida”, acentua o coordenador do Obec-GO.

Além do observatório, Goiás contará até final deste mês com uma incubadora própria para o segmento, que, segundo o superintendente executivo da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-GO), Decio Coutinho, se chamará Incubadora Goiás Criativo. ”A outra iniciativa que também parte do Ministério [da Cultura] que a gente também é parceiro é o estabelecimento de dois APLs [Arranjos Produtivos Locais]: um de audiovisual e games em Goiânia, e outro em Itapuranga, que trabalhará as questões dos teares e do artesanato, na cidade e na região próxima”, conta. Esses APLs, de acordo com Coutinho, já estão validados pelo MinC e pela Secult-GO e se encontram na fase de recebimento de recursos para início das atividades.

Referência nos assuntos ligados à Economia Criativa em Goiás, Coutinho afirma que apesar de haver diversos levantamentos sobre o segmento em âmbito nacional, esses dados são “dispersos e frágeis, apesar de interessantes”, e que ainda não há informações consistentes para a formulação de uma série histórica, que poderia demonstrar o crescimento do setor. “São muito poucos os indicadores que se têm para comparação”, diz, destacando em seguida a expectativa que há em torno dos Obecs justamente por esse motivo.


Decio Coutinho: Há diversos levantamentos sobre a Economia Criativa em âmbito nacional, mas os dados são dispersos e frágeis

O superintendente citou como importante o levantamento feito pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), que traz alguns dados sobre Goiás. Por exemplo, as informações mais recentes da instituição na pesquisa intitulada deMapeamento da Indústria Criativa no Brasil, que são de 2011, mostram que a capital goiana contava há três anos com 79 empreendedores do ramo de artes visuais, 27 a mais que no ano anterior (variação de 51,92%). A nível estadual, o número de profissionais do segmento de artes visuais que contribuíram naquele ano com a Economia Criativa goiana foram de 108, ante 82 registrados em 2010 (acréscimo de 31,71%). No Brasil, o aumento no número de artistas visuais cresceu 4,82% entre 2010 e 2011, passando de 4.256 para 4.461.

Muitos dos responsáveis pela movimentação da Economia Criativa sequer sabem que fazem parte dessa cadeia produtiva, sendo que até aqueles que têm essa consciência não conseguem estipular o valor adequado aos produtos e assim gerar o resultado ideal por seus trabalhos. “Eles têm conhecimento sobre o que promovem, embora possam não ter ciência do valor exato que eles podem gerar em termos simbólicos, culturais e econômicos, não apenas financeiro. Por exemplo, várias festas religiosas e agropecuárias não se dão conta que movimentam uma cadeia produtiva grande por suas ações nos postos de gasolina, hotéis, restaurantes, bares e etc”, detalha Cleomar Rocha, emendando que “é preciso considerar a relevância da cultura para a movimentação econômica, como meio inclusive de valorar tais iniciativas”.

No total, estima-se que as indústrias criativas movimentem mais de R$ 380 bilhões por ano no país, empregando mais de 810 mil pessoas. Goiás, por enquanto, é apenas o 15º em participação nesse montante (confira o infográfico).


Goiás de olho na Economia Criativa

De acordo com Cleomar Rocha, atualmente, a equipe do Obec-GO está desenvolvendo metodologias para ir a campo, sendo que esta etapa é composta por pesquisas contratadas via edital e também levantamentos feitos pela própria equipe. As áreas de interesse em Economia Criativa em Goiás se encontram mapeadas, e segundo o coordenador, a equipe do Obec-GO está montando os instrumentos para iniciar o levantamento dos dados. “Em setembro o Obec-GO terá sala própria no Media Lab e já foram adquiridos os equipamentos para a pesquisa”, adianta, pontuando que restam ainda dois anos para a conclusão do levantamento in loco dos setores produtivos e mais um ano e meio de consolidação e análise dos dados coletados.

São órgãos públicos, prefeituras e secretárias municipais e estaduais, além de Organizações Não Governamentais, associações, juntas comerciais e os próprios agentes produtores as fontes de informações a serem coletadas e analisadas pelo Obec-GO. “A validação estatística dos dados terá base em amostra não probabilística, face à imprecisão do universo da pesquisa. E esta imprecisão decorre do fato de várias ações do setor cultural não estar dimensionada ou registrada, como ocorre com feiras e festas típicas”, explica.


Clique no infográfico para ampliar

Todo o interesse governamental em estimular o segmento e a própria dificuldade em catalogar seus fomentadores comprovam que Goiás é um campo riquíssimo para a Economia Criativa, valendo-se de eventos mais tradicionais, como as Cavalhadas, a Festa do Divino e a Procissão do Fogaréu, até outros mais recentes, como o Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica), o Canto da Primavera, o Bananada, o Vaca Amarela e os festivais gastronômicos que ocorrem em diversas cidades. Isso sem mencionar as belezas naturais e as pujantes produções goianas nas áreas da pintura, do artesanato, da música e, agora, também da tecnologia.
Games como forma de arte

A Economia Criativa, enquanto conceito cultural nascido no limiar do século 21, não poderia deixar de abarcar as novas formas de produção humana. Nesses novos tempos, a tecnologia e a internet permeiam nosso dia a dia e já são reconhecidas como ferramentas genuínas para manifestações mais recentes de arte e cultura, como o desenvolvimento de softwares.

Nesse âmbito, se destaca o mercado de jogos eletrônicos, cujo faturamento global, em 2014, ronda a casa dos US$ 75 bilhões e deve ultrapassar em 2016 a marca de US$ 86 bilhões. Tais números, provenientes do estudo global 2013 Games Market Report, da Newzoo, colocam a indústria de games, em termos mercadológicos, em um patamar mais elevado que o cinema, a música e a literatura.

No Brasil, onde o segmento ainda é pequeno — mas já caminha a passos largos — o setor movimentou R$ 5,3 bilhões em 2012. Considerando apenas a indústria local, a previsão da Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) é que as empresas nacionais faturem R$ 1,2 bilhão neste ano.

Além da movimentação financeira, outra prova da importância do mercado de jogos eletrônicos é a expansão no número de empresas nacionais. Se em 2004 havia 60 companhias dedicadas ao ramo no Brasil, hoje são mais de 220, sendo que aproximadamente 154 (70%) surgiram nos últimos cinco anos. A GameBlox Interactive, a mais importante do ramo de desenvolvimento de jogos eletrônicos em Goiás, é uma delas.

Fundada em 2009, a empresa surgiu de olho no ascendente mercado mobile, que naquela época era “reinaugurado” pela Apple com seu iPhone. No entanto, o filão dos advergames (games para publicidade), também em expansão, logo chamou a atenção do grupo, que investiu no segmento com bastante sucesso.

Com apenas cinco integrantes, a GameBlox conta com participantes de outras equipes, do Brasil e do mundo, para oferecerem sua expertise em determinados trabalhos. “Temos que globalizar o desenvolvimento se quisermos atingir a qualidade e inovação esperadas por nossos clientes”, explicou ao Jornal Opção Online Diego Santos Leão, CEO e fundador da GameBlox.

Se a equipe é pequena, o mesmo não pode ser dito sobre os projetos. Entre os clientes da GameBlox listam-se Warner Bros., Neo Química, Monsanto, uma emissora de televisão (cujo nome não pôde ser revelado devido a cláusulas de confidencialidade) e até mesmo o Ministério Público de Goiás, que encomendou o jogo “Perigos da Net”, voltado para crianças e adolescentes. Os próximos passos da empresa são na direção da produção de jogos independentes, aproveitando-se do advento da distribuição digital. “Nota-se, portanto, que a GameBlox é muito rápida em se adaptar ao mercado, algo que qualquer dono de startup [empresa recém-criada com foco na inovação] deve precisar aprender. Não há espaço para pessoas que seguem uma fórmula. É preciso se reinventar e conseguir ‘ler’ o mercado, onde está e para onde está indo”, ressalta Leão.

Mesmo com estrutura e força de vontade para crescer, o caminho não é fácil para uma empresa que investe no mercado de jogos eletrônicos no país, um nicho ainda subestimado pelo poder público. A falta de incentivos e a alta carga tributária são alguns dos obstáculos listados pelos empresários como os maiores empecilhos para o desenvolvimento do mercado.

Apesar das dificuldades enfrentadas, o CEO da GameBlox demonstra otimismo com o futuro. “Se conseguirmos reduzir o imposto para games no país, teremos uma explosão de consumo. O mercado mobile no Brasil também cresce muito rapidamente, seguindo a adoção acelerada de smartphones, e isto faz com que investidores vejam o país com bons olhos, o que facilita a viabilização de projetos.”


A empresa goiana GameBlox Interactive investe em um dos segmentos mais promissores da Economia Criativa, o de jogos eletrônicos | Reprodução/Facebook

Parte das adversidades é resultado da falta de reconhecimento, por parte das autoridades, dos games como uma produção artística e cultural. Essa situação vem se revertendo aos poucos em todo o mundo, incluindo o Brasil. Exemplo disso foi a permissão da inclusão, em 2011, de jogos eletrônicos na lei Rouanet, possibilitando que “Toren”, um jogo independente de aventura produzido pela gaúcha Swordtales, pudesse captar, a partir do ano passado, R$ 370 mil para sua produção, se tornando o primeiro game contemplado pela iniciativa. Apesar do avanço, porém, situações como essa continuam sendo exceção devido à incompreensão dos gestores culturais a respeito dos aspectos da confecção de um jogo eletrônico.

“Apesar de exigir muito da área técnica, o game como produto final é basicamente um produto criativo, fruto da visão de um indivíduo, ou conjunto de indivíduos”, explica Leão. “A produção de um game compartilha todas as atribuições artísticas de um audiovisual comum (roteiro, fotografia, figurino, etc), porém fornecendo um elemento adicional, o ‘gameplay’, que chamamos também de ‘mecânica de jogo’. Basicamente, é a interatividade.”

Ainda que a concepção de games enquanto forma de arte seja vista com reticência por parcela da população, lentamente tal situação está mudando. Prova disso vem da boca de Décio Coutinho: “Games são cultura, são Economia Criativa na veia”, diz, ressaltando que a inclusão de empresas do segmento no Fundo de Arte e Cultura de Goiás e no Arranjo Produtivo Local voltado para o audiovisual são apenas os primeiros passos do governo para fomentar o setor.
Aliando riquezas naturais à criatividade

De olho nas potencialidades do investimento na cultura e na inovação, diversas administrações municipais em todo o Brasil têm abraçado o conceito de Cidade Criativa. O termo costumeiramente é utilizado para descrever espaços urbanos onde a articulação entre atividades artísticas e indústrias culturais é capaz de produzir uma efervescência cultural. A ideia é atrair, desenvolver e reter talentos, promover a diversidade social e, assim, aumentar a oferta de empregos, atrair turistas e gerar maior qualidade de vida para os cidadãos.

Rio Quente é a cidade goiana que se destaca no desenvolvimento de políticas públicas nesse sentido. O jovem município, a cerca de 173km de Goiânia, tem colocado em prática um plano de ação integrado, em parceria com o Governo de Goiás, a Secretaria de Estado da Cultura, o Sebrae, a Goiás Turismo, empresários e a comunidade, priorizando as áreas de turismo, educação, cultura e meio ambiente.

A implantação da Escola de Música e do Coral da cidade, o incentivo aos Grupos de Folia de Reis e Orquestra de Violeiros, a aprovação do Projeto Escola de Circo — por meio do Fundo Estadual de Cultura –, o desenvolvimento do Projeto Calçadão e a Revitalização dos Espaços Comerciais no Centro Turístico foram alguns dos resultados obtidos com a parceria. Com tais realizações, Rio Quente, que se beneficia também de suas riquezas naturais, se consolidou definitivamente como um dos principais destinos turísticos do país, com 1,5 milhão de visitantes do Brasil e do mundo a cada ano.

Assim, o município, que abriga o maior rio de águas quentes do planeta, percebeu a necessidade da realização de obras estruturais para dar conta da crescente demanda. “Nós implantamos o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), capacitamos 500 pessoas em vários cursos — como Inglês, Espanhol, Administração Financeira, Recursos Humanos, Gastronomia, atendimento ao turista, entre outros — e construímos uma Unidade Básica de Saúde com equipamentos de última geração no bairro onde se concentra o maior número de habitantes”, destaca a secretária municipal de Turismo e Cultura, Ana Paula Oliveira. Além disso, ela pontua que a cidade se configura como o cenário ideal para a realização de grandes eventos graças à proporção de quase 2,6 camas para cada um dos cerca de 5 mil habitantes. “São 13 mil leitos hoteleiros, distribuídos em hotéis e pousadas.”


Rio Quente: município goiano não quer ser reconhecido apenas por suas riquezas naturais e investe na cultura e na criatividade | Prefeitura de Rio Quente

A secretária garante que Rio Quente, com apenas 25 anos de emancipação, tem grande potencial para se tornar modelo para o país e para o mundo. Ao contrário dos grandes centros, onde vários setores estão comprometidos, ali o índice de criminalidade é praticamente zero e a infraestrutura e os recursos naturais, humanos e materiais, são de excelente qualidade. “A cidade acredita principalmente na criatividade de cada cidadão em prol da construção de um destino turístico e cultural bem planejado e organizado. O público que frequenta o nosso município é diferenciado, altamente qualificado”, ressalta.

Em setembro do ano passado, Rio Quente sediou o Fórum Internacional de Cidades Criativas, oportunidade em que representantes de administrações públicas, gestores culturais e especialistas da ONU – como Lala Deheinzelin, consultora em Economia Criativa da entidade – debateram medidas criativas para solucionar problemas urbanos e sociais e a promoção do desenvolvimento sustentável das cidades. Para isso, foram definidos como principais alicerces para a discussão o envolvimento da sociedade civil e de setores criativos no planejamento das cidades e o estímulo à cultura e à arte.

Jordi Pardo, desenvolvedor de projetos criativos para o Centro de Criatividade de Barcelona e perito de programas para a cultura da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), ressaltou na ocasião a importância da realização de eventos como esse. “A verdade é que as cidades sempre foram criativas, porém, o momento atual exige uma reinvenção da economia e atualização nos pensamentos políticos, para dar novos impulsos à prosperidade e ao desenvolvimento das cidades.”

Ana Paula conta que apesar dos avanços obtidos pelo município ao abraçar o conceito de Cidade Criativa ainda há obstáculos a serem superados, como a burocracia que impede e atrasa o desenvolvimento de projetos e a falta de união entre todos os gestores, das diversas áreas, envolvidos no processo. Mas ela tem confiança que a mentalidade insurgente quanto à importância dos investimentos na criatividade podem mudar essa realidade. “Para que isso aconteça basta a união de todos os segmentos, principalmente em prol da educação e da cultura. Nossos investimentos devem ir além da infraestrutura, do bom atendimento e da utilização consciente dos recursos naturais. Chegou a hora de investir principalmente na nossa gente. Isso sim é indispensável.”

fonte: http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/goias-descobre-a-cultura-como-fonte-de-geracao-de-emprego-e-renda-11802/


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