terça-feira, 13 de agosto de 2013

Economia Criativa: PORTO MÍDIA TRAZ TECNOLOGIA DE PONTA PARA O SETOR DE ECONOMIA CRIATIVA






Detalhe da sala de correção de cor do Porto Mídia (Foto: Edgar Melo/JC Imagem)

O Porto Digital abriu as portas nesta segunda (12) para apresentar o seu Porto Mídia, centro voltado para a economia criativa que tem como objetivo fomentar negócios nas áreas de moda, design, cinema, música e outros segmentos que envolvam criatividade. O imóvel na Rua do Apolo traz laboratórios, salas de treinamento, uma sala de exibição multimídia e ainda abriga uma incubadora que conta hoje com nove empresas.


O que mais chama atenção é o maquinário que possibilitará a finalização de trabalhos audiovisuais, antes restrito ao eixo Rio – São Paulo ou até mesmo no exterior. “Isso vai alavancar a cena cultural do Estado que hoje desenvolve, mas não consegue finalizar seus produtos. Realizando todas as etapas da cadeia produtiva iremos gerar mais negócios e consolidar essa economia criativa”, disse o governador Eduardo Campos, que compareceu à inauguração.

Visitamos uma das salas de correção de cor e a estrutura realmente impressiona. A tecnologia é inédita no Nordeste e representa a última geração no setor. “Recife tem hoje um nível intermediário de tecnologia de pós-produção. Agora, queremos atender o mercado nesse gargalo oferecendo equipamentos de ponta”, disse o presidente do Porto Digital, Francisco Saboya. “O Porto Mídia vai representar para a economia criativa o que o Porto Digital foi para a área de TI no passado. Esperamos consolidar o setor nos próximos cinco anos”.

O casarão faz parte da primeira fase do projeto de expansão da economia criativa. Já estão previstos para este ano a reforma de outro imóvel na Rua do Apolo, que irá abrigar mais equipamentos, desta vez de produção, como estúdios de gravação. “Já temos em caixa R$ 8,8 milhões captados juntos ao BNDES para iniciar essa segunda etapa”, disse Saboya. A previsão de inauguração é para 2015. Antes, em maio de 2014, o polo estreia uma sala de cinema no 16º andar da sede, que fica no antigo prédio do Bandepe, no Recife Antigo.

O presidente do polo disse que os próximos quatro meses servirão de teste para construir o modelo de uso desses equipamentos. “Queremos construir uma conexão com produtoras que estão fora da área territorial do Porto, mas que tenham projetos interessantes e que agreguem valor”.

fonte:http://blogs.ne10.uol.com.br/

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