terça-feira, 29 de outubro de 2013

A Economia Criativa · Universidade Positivo lança a primeira Escola de Economia Criativa do Brasil

A Escola de Economia Criativa da UP oferecerá programas de Pós-Graduação, em Curitiba e Belo Horizonte, voltados ao desenvolvimento profissional de talentos criativos e empreendedores.
A Universidade Positivo (UP) lançará a primeira Escola de Economia Criativa do Brasil, que ofertará cursos de Pós-Graduação em Curitiba e Belo Horizonte. O lançamento acontecerá em duas oportunidades, em um café que será oferecido no dia 29 de outubro, às 9h, em Curitiba; e outro no dia 7 de novembro, às 19h, em Belo Horizonte. A Escola de Economia Criativa da UP tem por objetivo oferecer programas formais de desenvolvimento de profissionais, estimulando a transformação de talentos criativos e empreendedores em gestores de novos negócios sustentáveis.

Os cursos promovem a criatividade, a inovação, o empreendedorismo e a sustentabilidade, contribuindo para que a Economia Criativa se estabeleça como estratégia de desenvolvimento. Inicialmente, serão oferecidos três programas, em Curitiba e Belo Horizonte: Economia Criativa, Film Television Business (Indústria do Audiovisual – Cinema e TV) e Publishing Management (Gestão do Mercado Editorial). As aulas terão início em 2014 e, para apresentar a Escola de Economia Criativa ao público em geral e o inserir no ambiente da instituição, a UP realizará, em novembro e dezembro deste ano - após o lançamento - alguns workshops.

“O mercado está cada vez mais segmentado e as indústrias criativas são as que mais crescem no mundo. A escola de economia criativa vem para preencher uma lacuna educacional, nosso foco será a gestão. Focado em três pilares: administração, direito e economia desses mercados”, ressalta a coordenadora-executiva da Escola de Economia Criativa, professora Adriana Dias. “Esperamos receber profissionais que se capacitem empiricamente em uma pós em sua área de atuação. Além disso, a Escola de Economia Criativa está aberta a advogados, engenheiros e administradores que tenham interesse em entender como funciona a cadeia produtiva desses mercados para migrarem ou se especializarem”.

A iniciativa é pioneira no país e reunirá: educação criativa baseada na junção entre teoria e prática, para incentivar o perfil empreendedor; grande variedade de cursos de diferentes áreas da Economia Criativa, para gerar networking dentro da própria escola; capacitação para o mercado (pitching e coaching); colaboração entre os cursos – artistas estudam com film-makers e estilistas trabalham ao lado de arquitetos; seminários para criar proximidade dos alunos com profissionais do setor criativo; e workshops para inspirar novas ideias e práticas.

A Economia Criativa
Considera-se economia criativa todo produção cultural e intelectual que é estabelecida na criatividade, com valores simbólicos e econômicos, que possam dialogar em escala global e representar localmente uma sociedade. Alguns setores fazem parte da economia criativa como: Design, Artes, Moda, Televisão, Cinema e Vídeo, Editoração e Publicações, Música, Artesanato, Artes Cênicas, entre outras. Esses setores geram, além de produtos com alto valor agregado, empregos, renda, desenvolvimento, revelação de talentos, responsabilidade social e inovação.

Um estudo realizado pela Firjan revela que, em 2011, o país contava com 809.533 empregados formais do núcleo criativo divididos pelos variados seguimentos, o que gerava em torno de R$ 110 bilhões para a economia, representado 2,7% do PIB. Isso, no ranking mundial, garante ao Brasil a 5ª posição como núcleo criativo, ficando atrás, apenas, dos EUA, Reino Unido, França e Alemanha. No Paraná, observa-se 1,7% de empregados criativos dentro do mercado de trabalho estadual, estando em 5º lugar no ranking brasileiro. Minas Gerais representa o 7º lugar, com 1,6 % de empregados criativos dentro do mercado de trabalho estadual, e se destaca ao lado do Rio de janeiro e Amazonas com o percentual de 5,6% de empregados do segmento de Pesquisa e Desenvolvimento.

Um pouco sobre a Universidade Positivo
A Universidade Positivo nasceu da experiência de quatro décadas do Grupo Positivo. A instituição teve origem em 1988 com as Faculdades Positivo, que, dez anos depois, foram transformadas no Centro Universitário Positivo (UnicenP). Em 2008, foi autorizada pelo Ministério da Educação a ser transformada em Universidade. Atualmente ocupa uma área de 424,8 mil metros quadrados e oferece 52 cursos de Graduação (29 cursos de Bacharelado e Licenciatura e 23 Cursos Superiores de Tecnologia), dois programas de Doutorado, quatro programas de Mestrado, centenas de programas de Especialização e MBA e dezenas de programas de Extensão.





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