Escola terá programas de Pós-Graduação voltados ao desenvolvimento de talentos criativos e empreendedores.
A Universidade Positivo (UP) lançará no dia 29 de outubro a primeira Escola de Economia Criativa do Brasil, que ofertará cursos de Pós-Graduação em Curitiba e Belo Horizonte. A Escola de Economia Criativa da UP tem por objetivo oferecer programas formais de desenvolvimento de profissionais, estimulando a transformação de talentos criativos e empreendedores em gestores de novos negócios sustentáveis.
Os cursos promovem a criatividade, a inovação, o empreendedorismo e a sustentabilidade. Inicialmente, serão oferecidos três programas, em Curitiba e Belo Horizonte: Economia Criativa, Film Television Business (Indústria do Audiovisual – Cinema e TV) e Publishing Management (Gestão do Mercado Editorial). As aulas terão início em 2014.
“O mercado está cada vez mais segmentado e as indústrias criativas são as que mais crescem no mundo. A escola de economia criativa vem para preencher uma lacuna educacional, nosso foco será a gestão. Focado em três pilares: administração, direito e economia desses mercados”, ressalta a coordenadora-executiva da Escola de Economia Criativa, professora Adriana Dias.
A iniciativa é pioneira no país e reunirá: educação criativa baseada na junção entre teoria e prática, para incentivar o perfil empreendedor; grande variedade de cursos de diferentes áreas da Economia Criativa, para gerar networking dentro da própria escola; capacitação para o mercado (pitching e coaching); colaboração entre os cursos – artistas estudam com film-makers e estilistas trabalham ao lado de arquitetos; seminários para criar proximidade dos alunos com profissionais do setor criativo; e workshops para inspirar novas ideias e práticas.
A Economia Criativa
Considera-se economia criativa a produção cultural e intelectual estabelecida na criatividade, com valores simbólicos e econômicos. Alguns setores fazem parte da economia criativa como: Design, Artes, Moda, Televisão, Cinema e Vídeo, Editoração e Publicações, Música, Artesanato, Artes Cênicas, entre outras. Esses setores geram, além de produtos com alto valor agregado, empregos, renda, desenvolvimento, revelação de talentos, responsabilidade social e inovação.
Um estudo realizado pela Firjan revela que, em 2011, o país contava com 809.533 empregados formais do núcleo criativo, divididos pelos variados segmentos, que gerava em torno de R$ 110 bilhões para a economia, representado 2,7% do PIB. Isso, no ranking mundial, garante ao Brasil a 5ª posição como núcleo criativo, ficando atrás, apenas, dos EUA, Reino Unido, França e Alemanha. No Paraná, observa-se 1,7% de empregados criativos dentro do mercado de trabalho estadual, estando em 5º lugar no ranking brasileiro.
Para saber mais sobre A Economia Criativa acesse cursosraizesculturais.com.br
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