O evento reuniu representantes de órgãos públicos e entidades empresariais para debater formas de explorar melhor a economia criativa no Estado
Dinamizar o setor das micro e pequenas empresas, com uma efetiva participação na produção econômica, é apenas uma das oportunidades que a chamada “economia criativa” vem proporcionando a milhares de empreendedores no país e no mundo, a partir de diferentes segmentos, da gastronomia à música, e que envolve toda uma cadeia de produtos específicos, simples e sofisticados. Divulgar a abrangência e o potencial agregador de negócios da economia criativa e conquistar mais empreendedores no Brasil são apenas alguns dos desafios dos profissionais que já atuam nesse mercado.
Preocupadas em alinhar valores e nivelar informações, várias instituições marcaram presença no I Seminário de Economia Criativa, que mostrou as possibilidades de “um novo arranjo econômico para o desenvolvimento sustentável do Estado do Pará”, agenda de uma sessão especial na Assembleia Legislativa do Estado, nesta quinta-feira (6).
O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), em parceria com várias instituições locais, está somando esforços e iniciativas para consolidar o leque de negócios da economia criativa em Belém e no Estado. Uma das iniciativas foi o I Seminário de Economia Criativa, que teve palestras de especialistas, professores universitários, pesquisadores do setor e a atenção de empreendedores interessados em conhecer mais as potencialidades do setor.
O Pará já está inserido na economia criativa em vários nichos, mas um deles ganhou destaque no evento desta quinta-feira, com a palestra da jornalista Cristina Franco, que por muitos anos foi comentarista de moda da Rede Globo. Ela deixou evidente a importância que a moda exerce na economia criativa, com rebatimento direto na economia em geral, “e por isso deve ter dos governantes toda atenção pelos seus resultados na geração de emprego e renda”, completou.
Também houve a apresentação de cases de sucesso, já conhecidos em Belém, no Brasil e exterior, no trabalho desenvolvido pelo Espaço São José Liberto, de palestras do papel do atual governo, por meio da Seicom, com ações e iniciativas práticas de articulação de políticas públicas com os parceiros públicos e privados.
“A Seicom está focada no objetivo de dar mais suporte a essa economia criativa, numa região onde nossa cultura local, a reconhecida criatividade dos nossos artistas, nossa natureza, com rica biodiversidade, já são nossos grandes diferenciais”, disse o diretor de Desenvolvimento de Comércio e Serviços da Seicom, Airton Lisboa.
Após as exposições e a participação da plateia que assistiu ao evento, a direção do Sindicato dos Economistas do Pará (Sindecon) lembrou as mulheres com relevantes serviços e pesquisas na área das ciências econômicas no Pará em suas instituições de atuação profissional. A secretária-adjunta da Seicom, Maria Amélia Enriquez, foi uma das personalidades homenageadas na oportunidade. Ela é professora doutora da Universidade Federal do Pará (UFPA), de onde está licenciada para exercer função pública.
O I Seminário de Economia Criativa foi promovido pelo Sindecon, com apoio da Assembleia Legislativa, Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Instituto de Artes do Pará (IAP), Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Faculdade Estácio FAP, UFPA e Seicom, órgãos que discutem uma agenda de fortalecimento do setor no Estado.
O I Seminário de Economia Criativa foi promovido pelo Sindecon, com apoio da Assembleia Legislativa, Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Instituto de Artes do Pará (IAP), Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Faculdade Estácio FAP, UFPA e Seicom, órgãos que discutem uma agenda de fortalecimento do setor no Estado.
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