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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Economia Criativa: Economia criativa na prática

A Prefeitura do Natal, via Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), assinou na manhã de ontem um convênio com o Sebrae que vai dar o pontapé inicial para uma série de projetos voltados para o estímulo da economia criativa em diversos segmentos culturais da cidade, de acordo com as diretrizes propostas pelo Sistema Nacional de Cultura. As ações incluem a criação do Espaço Território Criativo, espécie de centro integrado nas áreas de música e audiovisual; a construção de um espaço voltado para o artesanato autoral com o selo Brasil Original; e o registro do patrimônio imaterial das manifestações culturais dos bairros da cidade. O objetivo dessa gama de ações, segundo o presidente da Funcarte, Dácio Galvão, é estimular produção de um legado cultural que revele a identidade cultural de Natal, mas sem apelar para o lado exótico da coisa.


Prefeito Carlos Eduardo falou sobre a transição do artesanato para a pasta da Funcarte, em solenidade ontem



Brasil Original terá loja em Mirassol“O objetivo dessas ações é registrar e estimular o aspecto contemporâneo e antropológico da cultura de Natal”, disse Galvão, à reportagem do VIVER. “Por isso as ações contemplam várias frentes de atuação: desde a produção audiovisual recente até o artesanato mais tradicional e as manifestações culturais típicas dos bairros”.


Magnus Nascimento

Imóvel onde funcionou o Arquivo Municipal será a futura sede do Território Criativo“Território Ribeira”

Dentro desse plano de diversidade, entra a criação do Espaço Território Criativo, que funcionará como uma espécie de ponto de apoio e centro agregador para as atividades de difusão e formação para a música, fotografia e audiovisual.

O espaço funcionará na antiga sede do Arquivo Municipal de Natal, na esquina da rua Nísia Floresta com a rua Frei Miguelinho, no bairro da Ribeira. Porém, como o prédio se encontra em avançado estado de deterioração, Dácio Galvão afirma que o surgimento do espaço ainda é um projeto para ser executado “à longo prazo”.

“Ainda precisamos discutir os detalhes de como o espaço vai funcionar, mas sabemos que será um local de integração entre as artes. Mas o primeiro passo, antes de tudo, é restaurar o imóvel”, disse o presidente da Funcarte, acrescentando que não há cronograma definido para o início das obras.

O projeto da criação do Espaço Território Criativo se conecta com duas outras ações previstas na parceria da Funcarte com o Sebrae. A primeira é a parte prática do projeto Território Criativo, que vai trabalhar no registro dos grupos artísticos baseados em Ponta Negra e nas Rocas, criando pólos culturais sediados nos dois bairros. A outra iniciativa, que já está em curso, é o mapeamento do patrimônio cultural imaterial dos 36 bairros que compõem as quatro zonas administrativas de Natal.

Segundo Dácio Galvão, o trabalho está sendo feito por uma equipe de pesquisadores que já cobriu 18 bairros. O projeto vai culminar na publicação de um livro, com editoração e produção da Funcarte, a ser distribuído para as bibliotecas das escolas públicas.

“Esse projeto visa registrar tudo que envolve a cultura típica de cada bairro, desde os grupos artísticos até a gastronomia”, destacou Dácio Galvão.

fonte: http://tribunadonorte.com.br/

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terça-feira, 9 de julho de 2013

Economia Criativa: Sabores do Pará atraem o público ao Espaço São José Liberto






Os bombons recheados com frutas regionais, como o cupuaçu, estão entre os preferidos de turistas e visitantes locais

A criatividade no Espaço São José Liberto não está limitada aos setores de joias, gemas e artesanato. Dentro do conceito de Economia Criativa, a gastronomia também está representada pela variedade de produtos comercializados na Casa do Artesão, como licores, bombons artesanais, pratos regionais, sucos, sobremesas, sorvetes e outras iguarias típicas da culinária paraense.



Visitantes do Espaço São José Liberto podem admirar a beleza da arquitetura centenária do prédio, do Jardim da Liberdade, da Capela e do diversificado acervo do Museu de Gemas do Pará, das joias e das peças artesanais. Mas a eles também é reservado o sabor único da culinária paraense. Além dos produtos feitos com frutas regionais, comercializados na Casa do Artesão, o visitante encontra pratos típicos, como maniçoba e vatapá, no restaurante que funciona no local.



O cardápio variado já atraiu moradores e funcionários da área de entorno, que ali almoçam diariamente. Patrícia Nogueira, proprietária do restaurante, informa que os pratos mais pedidos são os da culinária típica, como tacacá, maniçoba e peixe no tucupi. “Os sorvetes regionais também são bem aceitos pelos visitantes. Entre os mais pedidos estão os de açaí, tapioca, graviola e bacuri”, afirma Patrícia. Apropriados para o clima quente de Belém, os sucos de frutas regionais completam o cardápio.




Os tradicionais bombons de chocolate com frutas regionais (como bacuri, cupuaçu e castanha do pará) também fazem parte das opções gastronômicas do Espaço, e são opções de presentes para turistas e demais visitantes.




Para a pernambucana Maria Luiza Jaborandy Dias, pedagoga e gestora institucional do Programa Mulheres Mil, a gastronomia e as joias paraenses se destacam na visita ao São José Liberto. Ela, que mora em Maceió (Alagoas), veio a Belém a trabalho, e conheceu o local junto com um grupo de amigos. “Amamos a unha de caranguejo! Comprei licor dos sabores açaí, jenipapo e cupuaçu. O de cupuaçu em calda é perfeito. Amei os cheiros, os sabores e a hospitalidade dessa cidade”, declarou Maria Luiza, acrescentando que comprou doces e pomada de copaíba (também comercializada na Casa do Artesão) para presentear seus familiares.



Doce lembrança - Margarida Nunes, uma das artesãs que fornecem bombons com sabores regionais para a Casa do Artesão, trabalha com o produto há aproximadamente oito anos, e abastece outros pontos de venda. A artesã contou que fornece para a Casa do Artesão, em média, 640 bombons de chocolate por mês. O doce de cupuaçu é um dos recheios mais procurados. “Faço o doce de cupuaçu, e depois monto o recheio na base do chocolate. Junto os dois ingredientes e modelo o bombom”, disse ela, que também utiliza outros recheios, como o doces de bacuri e a castanha do Pará.



Os bombons estão no topo da lista de presentes que leva, para seus amigos em São Paulo, a jornalista Renata Biondi, paraense que mora e trabalha na capital paulista. Sobre quantas vezes já presenteou os amigos com os bombons artesanais, ela brinca: “Um milhão e meio de vezes”. A diversidade de sabores é tanta que Renata não tem sabores preferidos, mas ressaltou que “os de cupuaçu e castanha sempre fazem sucesso”.




Os licores artesanais são outra atração gastronômica do São José Liberto. As bebidas são produzidas com misturas de frutas, ervas e temperos, que confverem sabores especiais à bebida. Licores de bacuri, castanha do Pará, jambu, cupuaçu, açaí e cacau são comercializados no espaço.




Serviço: O São José Liberto fica na Praça Amazonas, s/n, bairro do Jurunas. No mês de julho, manterá seu horário normal de funcionamento: das 09 às 19 h (de terça a sábado) e das 10 às 18 h (aos domingos e feriados), com entrada franca. O Espaço São José Liberto é mantido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama). O Museu de Gemas do Pará, que funciona no local, é vinculado ao Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIM), gerenciado pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult).




Texto:
Luciane Barros - São José Liberto
Fone: (91) 3344-3509 / (91) 8300-3961
Email: lucianefiuza@gmail.com


São José Liberto
Praça Amazonas, s/nº
Fone: (91) 3344-3514
Site: www.pa.gov.br Email: igama_secretaria@hotmail.com / neneusantos@hotmail.com

fonte: http://www.agenciapara.com.br/

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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Economia Criativa: Evento que revelou Hand Talk seleciona novos projetos

Inscrições são gratuitas.





Demo Day, evento que revela talentos em soluções de tecnologia, está com inscrições gratuitas abertas para novos projetos


O Demo Day Alagoas - evento que descobriu o Hand Talk, aplicativo gratuito que traduz do português para libras (língua brasileira de sinais), venceu o prêmio da ONU como o melhor aplicativo de inclusão digital do mundo, – está com inscrições gratuitas abertas para receber novos projetos. Não há limites de quantidade e nem de critérios para participar da seleção. Basta ter uma idéia ou projeto com soluções tecnológicas que gerem benefícios para qualquer área. O objetivo do Demo Day é ajudar empreendedores digitais a transformar projetos, sonhos, em negócios.



As inscrições podem ser feitas até dia 25 de julho pelo site WWW.demodayal.com.br. Já o Demo Day Alagoas, evento no qual serão apresentados os projetos selecionados, ocorrerá dia 22 de agosto, no Centro de Convenções, das 08:00 às 19:00 horas, as inscrições também são gratuitas, com uma programação que inclui palestras e painéis de debates com a presença de convidados de vários lugares do País. É uma iniciativa do Polo de Tecnologia, Informação, Comunicação e Serviços (TICS), através da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) de Alagoas, com patrocínio do Sebrae/AL, e apoio da Prefeitura de Maceió e a Anjos do Brasil.



Este é o segundo ano que acontece o Demo Day Alagoas e a expectativa é de contar com mil participantes no dia 22. O público é formado de investidores, empresários, estudantes, professores e pesquisadores, e profissionais de diversos segmentos. Espera-se mais de 50 projetos inscritos, dos quais 20 serão selecionados e apresentados no palco do encontro.



Para o organizador do Demo Day, o empreendedor João Kepler Braga, Alagoas avançou muito na área de empreendedorismo digital no último ano. “Nós temos diversos projetos aqui que já ganharam o mundo, além de um enorme potencial. Nosso segmento é uma excelente alternativa para o desenvolvimento do Estado porque tem custo baixo e é exemplo de economia criativa”.



Kepler cita exemplos de empresas alagoanas que hoje estão instaladas e consolidadas no mercado nacional e seus empreendedores começaram aqui, a partir de uma boa idéia e de orientações de como se posicionar como um negócio rentável, criativo e lucrativo. São elas: Esmalteria Club, Clássicos da Literatura, Meu Tutor, Plataforma Show de Ingressos, Baby Touch, Clube do Sapato, Pet Saúde, Crowd Mobi, Blue Dental, dentre outras.



Ele ressalta que Alagoas começou a conquistar mais espaço no cenário nacional a partir do Demo Day 2012, através do qual o Hand Talk foi descoberto. E passou a ser notícia constante em sites de notícias, revistas especializadas, e em toda a grande imprensa. Este ano, diversos investidores (chamados de Anjos), aceleradoras e personalidades do mundo digital já confirmaram presença no evento do dia 22 de agosto, e estarão de olho nos 20 projetos alagoanos que serão selecionados em áreas como saúde, meio ambiente, educação, varejo, inclusão social, e-commerce, entretenimento, redes sociais, telecomunicações e outras.




Novidade





O Demo Day Alagoas 2013 apresentará o Parque Tecnológico numa versão virtual, no qual todos os empreendedores interessados ganharão um avatar, ao se cadastrar, uma mesa e sala virtual para participar do processo seletivo, através de ambiente em 2D. O modelo virtual do Parque Tecnológico faz uma simulação do ambiente real, no bairro Jaraguá, no qual o Polo de TICS e o Parque estarão instalados.


Para o secretário da Ciência, Tecnologia e Inovação de Alagoas, Eduardo Setton, o Demo Day é o primeiro de uma série de eventos assumidos pelo Polo de Tecnologia, Informação, Comunicação e Serviços. “Esta ação é fruto de trabalho árduo e contínuo que o Governo do Estado tem feito, através da Secti, integrando universidades públicas e privadas, entidades representativas, otimizando recursos e trabalhando de forma estratégica e participativa”.

Fonte: Ascom

fonte: http://www.alagoas24horas.com.br/

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Economia Criativa: Tempo nublado na economia brasileira


Diversas notícias negativas carregaram as nuvens no cenário econômico. Ainda não são chuvas fortes ou tempestades, mas indicam o fracasso das estratégias do governo Dilma.

O Brasil caiu cinco posições no ranking anual de competitividade do IMD, escola de negócios suíça. Fomos para o 51º lugar entre os 60 países pesquisados. Os gargalos na infraestrutura e a baixa qualidade da educação inibem um desenvolvimento mais denso e vigoroso.

O resultado é que o crescimento divulgado do PIB do primeiro trimestre bateu nos raquíticos 0,6%, projetando uma taxa anual para 2013 em torno de 2,5%, apesar dos múltiplos estímulos pontuais dados pelo governo. A média de crescimento nos dois anos de governo Dilma é de nada animadores 1,8%. O crescimento baseado no aumento do consumo e na exportação de commodities parece estar encontrando seus limites. A expansão do crédito não poderá reproduzir a desempenho anterior. O endividamento das famílias cresceu rapidamente de 18,39% (2005) de comprometimento de sua renda para 43,9% (2013). A expansão do consumo via incremento real de renda esbarra nas limitações orçamentárias do setor público. Aliás, a falta de transparência fiscal da “contabilidade criativa”, pródiga em maquiar dados tentando disfarçar a falta de maior responsabilidade fiscal, tem contribuído para minar a credibilidade brasileira.

Não adianta muito consumo para pouca produção. Não é sustentável. A chave do problema é o aumento dos investimentos e da produtividade. O Brasil investe apenas 18,4% de tudo o que produz. Enquanto isso, países como China, Índia, Coreia do Sul, Argentina e México investiram, em 2012, entre 25% e 47%.

A inflação, outro indicador fundamental, preocupa. A todo momento bate na trave superior do sistema de metas inflacionárias. Não foi à toa que o BC elevou mais uma vez a taxa de juros.

Também o front externo dá o que pensar. A balança comercial acumulará, até maio, um déficit de cerca de US$ 5,4 bilhões. Projeta-se uma necessidade nada desprezível de entrada de investimentos externos a cada ano. E se o preço das commodities cair e o fluxo de investimentos se redirecionar para os Estados Unidos, a União Europeia e outros emergentes mais virtuosos?

O desenvolvimento capitalista se orienta por questões objetivas, mas também por outras subjetivas (expectativas e ambiente institucional). A contabilidade criativa, as privatizações vazias de convicção e cheias de desconfianças, o intervencionismo de Dilma, a incapacidade de liderança e coordenação política, a estagnação das reformas estruturais abatem o ânimo dos investidores em relação ao Brasil. Afetam aquilo que Keynes chamava de “espírito animal” dos empresários.

Há clara desconexão entre os níveis de popularidade de Dilma, os resultados de seu governo e as perspectivas futuras do país. A mudança necessária virá na hora em que a população acordar para o nebuloso clima que se forma sobre a nossa economia.

fonte: http://www.otempo.com.br/

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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Economia Criativa: Recife garante recursos para implantar núcleo de economia criativa no Porto Digital


Rio de Janeiro - Financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de R$ 8,8 milhões vai permitir a estruturação do Porto Mídia, considerado o ponto de partida para a implementação de iniciativas no campo da economia criativa no Porto Digital, parque tecnológico do centro histórico do Recife. O contrato foi firmado hoje (23), na sede do banco, no Rio de Janeiro. Os recursos não reembolsáveis são oriundos do Fundo Cultural do BNDES.

O diretor presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, informou à Agência Brasil que o financiamento consolida a operação de expansão do parque tecnológico, que tem 12 anos de existência e era dedicado até então apenas à área de tecnologia da informação (TI). O local reúne 150 empresas de TI que faturaram no total R$ 1 bilhão, ou cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) pernambucano, no ano passado.

“Considerando a necessidade de o Porto Digital se expandir e o potencial enorme que a cidade do Recife tem para as atividades da chamada economia criativa, em especial as áreas de games [jogos eletrônicos], audiovisual, música e design, o Porto Digital endereçou essa questão e contou com apoio do BNDES”, disse.

A verba será aplicada na reforma de um imóvel histórico que se acha hoje em ruínas, conhecido como Convento, localizado em área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no chamado Recife Antigo. Os recursos serão utilizados também na aquisição de equipamentos e na instalação de estúdios e laboratórios no local. Francisco Saboya tem a convicção de que, uma vez pronto, o Porto Mídia do Recife “será uma das mais importantes plataformas de fomento à economia criativa no Brasil”.

O projeto para o Porto Mídia já está aprovado pelo Iphan e pela prefeitura do Recife. Com a assinatura do contrato, o Porto Digital está liberado para efetuar a contratação dos primeiros serviços, relativos à obra de restauração. A expectativa é que o prédio esteja pronto para funcionar como núcleo de empreendedorismo e tecnologia voltada à economia criativa em dois anos e meio, informou Saboya.

Enquanto as obras são feitas, o Porto Mídia terá a sua primeira fase inaugurada em julho próximo. As atividades funcionarão provisoriamente em outro imóvel, em uma escala menor, até a conclusão das obras no prédio histórico. “Ou seja, a gente inicia a operação do Porto Mídia agora, provavelmente em agosto, e, paralelamente, restaura o outro imóvel, adquire e instala os novos equipamentos em uma escala maior e transfere, em dois anos e meio, a operação para lá”.

Segundo Francisco Saboya, o apoio financeiro do BNDES é importante para o Porto Digital do Recife, porque é estruturante. “É um apoio para estruturar um equipamento que será a âncora do polo de economia criativa do Recife”.

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, assegurou ao assinar o contrato que o projeto do Porto Mídia do Recife “é uma combinação virtuosa de nossa política de apoio ao restauro do patrimônio histórico com o fomento à economia criativa e à tecnologia”. Os recursos do banco correspondem a 60% do investimento total do projeto.

Edição: Davi Oliveira

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/

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terça-feira, 11 de junho de 2013

Economia Criativa: Evento em Londrina mostra a força da economia criativa


O tema é abordado na II Feira e Simpósio Internacional do Artesanato DesignDa Agência Sebrae de


A economia criativa dinamiza o cenário dos negócios no Brasil tanto no comércio, quanto na indústria e nas artes. São atividades fundamentadas na sustentabilidade econômica e social e que têm a cultura como eixo de desenvolvimento. “É a economia do século XXI, voltada para a inclusão, solidariedade e inovação”, define a secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão. O assunto será discutido durante a II Feira e Simpósio Internacional do Artesanato Design, que será realizada em Londrina (PR), de 6 a 9 de junho, com apoio do Sebrae e da CAIXA. Com o tema economia criativa – o design, a gastronomia, o artesanato e a moda podem impulsionar as cidades na direção de um desenvolvimento inclusivo, o simpósio vai reunir profissionais dessas áreas para difusão de práticas, técnicas e formas de comercialização do artesanato design.

Diretamente ligada à diversidade cultural, a economia criativa pode se destacar no Brasil, exatamente pela pluralidade do país. “Somos um povo criativo, mas ainda não inovador. Precisamos transformar a criatividade do brasileiro em ativo econômico para estimular o desenvolvimento do país”, completa a secretária do Ministério da Cultura.

Segundo os estudiosos, o que caracteriza a economia criativa são os produtos e serviços cuja dimensão simbólica é fundamental para a definição dos preços. Nesse conceito se incluem o design, a arquitetura, a moda, a publicidade, o artesanato e as novas mídias, entre outras atividades. A economia criativa representa de 8% a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica (2010), a contribuição dos segmentos criativos foi de 2,84% do PIB nacional, o que justifica a necessidade de investimento para a profissionalização desses empreendimentos.

O artesanato é um dos 12 segmentos da economia criativa que o Sebrae tem apoiado por meio de ações que trabalham a organização produtiva, a gestão do negócio, a adequação dos produtos e o apoio à comercialização. “São ações que buscam formalizar e profissionalizar a gestão dos empreendimentos, de forma a possibilitar sua sustentabilidade no mercado”, explica a analista da instituição, Débora Mazzei, que participará como palestrante do Simpósio Internacional do Artesanato Design.

Além da feira e do simpósio, durante o evento serão realizadas oficinas de Bordado, de Desenho e de Escultura em papel. Um dos destaques do encontro será a apresentação do Movimento Cerâmico Gráfico, integrado por pesquisadores e ceramistas da América do Sul, Central e do Caribe. Em Londrina, os participantes terão a oportunidade de conhecer as experiências e a produção de ceramistas do México, Equador, Peru e Argentina.

fonte: http://revistapegn.globo.com/

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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Economia Criativa: Jandira Feghali: A economia criativa cresce, mas pede ajuda


Rapidamente, os tecidos feitos de palha e linho se avolumam no galpão mantido em Santos, no litoral de São Paulo, onde cores vibrantes contrastam com o cinza das paredes. Em meio ao som das máquinas de costura, uma enorme e incrível quantidade de tapetes e tapeçarias ganha forma. Entre mesas, bancadas, cestos e armários. Dali, através de uma cooperativa fundada recentemente, cerca de 30 mulheres conquistarão o mundo através de algo essencial: sua criatividade e arte.

A chamada indústria criativa engloba atividades de produção nas várias linguagens da arte e vem dando mostras robustas de crescimento. As estatísticas deste ano da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) mostram essa relevância: o setor movimenta U$ 1,8 trilhão no mundo e corresponde a 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB) da Europa, sendo 2,5% no Brasil e, de acordo com a Secretaria Municipal de Cultura, pouco mais de 4% no Rio de Janeiro.

Contudo, apesar de despontar como uma crescente fatia da produção econômica e cultural do país, a economia criativa do Design e da Moda ainda enfrenta gargalos por políticas públicas consistentes. E isso se reflete na dificuldade de se manter viva essa arte, que é aperfeiçoada nas universidades, através do estudo sobre sua criação e comercialização industrial, ou mantida ao longo dos séculos, na produção tipicamente manufatureira.

Veja um exemplo desse gradual esmagamento. Um estudo encomendado este ano pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) para o Center For Global Trade and Investments da EESP/FGV mostra que, em 2011, as importações brasileiras de origem chinesa no setor têxtil e de confecção somaram US$ 3 bilhões, contra US$ 91 milhões em 2001 – 32 vezes mais. Em 2012, as importações somaram US$ 3,3 bilhões.

Contudo, para realçar a produção brasileira é preciso olhar atento a diversos fatores, como preservação de mercado interno, desconcentração de comercialização, identidade nacional e valorização da mão de obra – além do combate ao trabalho escravo, que persiste em ser fomentado contra todos os tratados internacionais de Trabalho e Direitos Humanos. Questões tributárias, formação de trabalhadores e logística de entrega também afligem o setor.

E ainda há falta de crédito para pequenos produtores, já que bancos públicos e privados se distanciam na hora de garantir linhas de financiamento, fora que não é bem estabelecido o legado deixado aos artesãos e bordadeiras quando da integração com a alta costura e com os grandes eventos.

Mas na última semana demos um importante passo dentro da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, que presido, na direção de enxergar caminhos para transpor muitos desses obstáculos.

No lançamento do ciclo de encontros “Expresso 168”, com participação da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura, do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio, da Frente Parlamentar em defesa da confecção e indústria têxtil, além de representantes de entidades ligados à economia criativa e deputados, decidimos somar esforços e criar um grupo de trabalho para apresentar soluções nos próximos 15 dias.

O acerto é que o Executivo acolha as propostas e as transforme em realidade, através de políticas públicas reais para essa indústria. Tenho plena certeza que as boas ideias do setor darão vitória a todos: nossa economia, a cultura, o país e as “costureiras de Santos”.

*Deputada federal pelo PCdoB do Rio de Janeiro e presidenta da Comissão de Cultura da Câmara

Artigo publicado originalmente no jornal Brasil Econômico

fonte:http://www.vermelho.org.br/

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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Economia Criativa: Um novo olhar sobre criatividade



Veja como o Design Thinking pode trazer soluções com resultados de impacto positivos não apenas em sua organização, mas também em sua vida pessoal




Quando as pessoas me dizem que não são criativas, concluo que ainda não entenderam o que é Criatividade.” – Sir Ken Robinson

Não sou criativo...ouço esta frase todos os dias, vinda dos mais diversos profissionais do mercado: administradores, engenheiros, médicos, advogados, profissionais de TI, entre outros. Seja por mecanismo de defesa, seja por forças externas, ou por uma questão de ponto de vista, a grande maioria tende a pensar que Criatividade está restrita a artistas e inventores. Apesar de poder soar estranho a primeira vista, gostaria de afirmar que somos todos criativos. Ou pelo menos fomos um dia, época em que éramos crianças ;-)


De volta à citação de abertura, para os que ainda não foram apresentados a ele: Sir Ken Robinson é um extraordinário educador britânico (inclusive palestrou em nosso país em 2012) e que tem proposto este novo olhar em seu livro mais recente, entitulado “Libertando o Poder Criativo: A Chave para o Crescimento Pessoal e das Organizações” (HSM Editora). Tanto nossa forma de educar, quanto de pensar e agir ainda permanece muito vinculada à Revolução Industrial; baseia-se primordialmente na formação de profissionais com perfil técnico, pensamento analítico (fundamentado em fatos passados) e atividades repetitivas que não demandam muitas vezes Criatividade e Inovação. Ao mesmo tempo que esta abordagem atende a muitos requisitos em gestão empresarial, por outro lado não contempla o novo cenário em que estamos inseridos e que demanda Inovações de todos os tipos: por conta da alta competitividade, tecnologias disruptivas, rápidas mudanças de comportamento por parte do consumidor, além de novas oportunidades que surgem a todo momento.


Mas afinal, o que é Criatividade?




Antes de mais nada, gostaria de ressaltar a importância a respeito da sua opinião a sobre o tema, através da 1ª atividade prática proposta ao final do texto. A meu ver, esta extraordinária capacidade humana tem sido responsável ao longo da história pela nossa sustentabilidade. Seja sob a forma de novas tecnologias, materiais, processos, modelos de gestão, produtos, serviços, ambientes e hábitos, a Criatividade tem estado sempre presente de forma ampla em nossa vida profissional e pessoal. Sob esta lente, profissionais de todas as áreas podem, sem dúvida alguma, contribuir para um futuro melhor.


E Por Onde Começar?




A simples geração de ideias sem prática e validação de resultados não faz sentido algum, não é mesmo? Pois é esta exatamente a proposta do Design Thinking: gerar resultados positivos a todos os envolvidos. A bem da verdade esta visão otimista centrada na diversidade humana, abordagem interdisciplinar, colaborativa e focada em resultados de impacto social começou na Universidade de Stanford na década de 90. Neste período, ex-estudantes formaram uma empresa de Design chamada IDEO. Logo eles perceberam que poderiam utilizar o mesmo modelo mental e abordagem para desenvolver não apenas produtos melhores, mas também serviços, experiências e soluções criativas em todos os setores da Economia. Desde então, eles tem sido a grande referência em Inovação no cenário global, estendendo esta percepção também aos seus inúmeros clientes e projetos.


Não querendo me alongar demais em teoria neste 1º artigo, o desenvolvimento de projetos baseado em Design Thinking consiste em 5 etapas, conforme o mapa mental anexado:



1) Descoberta
Eu tenho um desafio. Como abordá-lo?

2) Interpretação
Eu aprendi algo. Como interpretar as informações disponíveis?


3) Ideação
Eu vejo uma oportunidade. Como eu desenvolvo ideias?


4) Experimentação

Eu tenho uma ideia. Como eu valido?


5) Evolução

Eu experimentei algo novo. Como evoluir a partir daí?

Havendo interesse em relação a maiores detalhes a respeito do processo, por favor não hesite em me contactar.


Legal! Vamos colocar em prática o aprendizado?



Seria insensato da minha parte ter escrito este artigo sem propor além da reflexão, atividades práticas que transfiram o conhecimento e eventualmente gere resultados para os que optarem por participar do processo completo. Sem mais rodeios, vamos às atividades:


1) O que é Criatividade?

Conforme citei ao longo do texto, gostaria nesse momento de ouvir sua opinião a respeito do que é Criatividade. Minha intenção é não apenas criar um novo mapa mental baseado em suas ideias e compartilhá-lo no próximo artigo juntamente com seus créditos como colaborador, como também publicá-lo gratuitamente na seção Ferramentas do site ConsultorInovacao.com.br

Faz sentido?


2) Filosofia Lean aplicada ao seu Negócio

A Manufatura Enxuta desenvolvida pela Toyota na década de 50 extrapolou fronteiras nas últimas décadas: atualmente ela tem sido utilizada em hospitais no Brasil para atender a sobrecarga causada pela demanda da nova classe média, em Empreendedorismo Digital (Lean Startups) e até mesmo em academias de ginástica que se concentram nas principais necessidades de seus clientes (ex: Smart Fit).


E você? Já parou para pensar em utilizá-la em sua atividade profissional? Basta refletir e colocar no papel suas ideias, contanto que elas sejam aplicáveis às pessoas envolvidas (stakeholders) e ainda, viáveis, tanto financeiramente, quanto tecnologicamente:

a) Duas formas de aumentar a qualidade do seu trabalho

b) Duas formas de reduzir perdas

c) Duas formas de reduzir custos

d) Duas formas de reduzir tempo


E como sugestão para uma etapa posterior, que tal planejar-se a respeito de como implementar as soluções propostas em seu dia a dia?

Afinal, o 1º passo em uma jornada rumo a um futuro melhor começa com você ;-)


Bom, por hoje é só. Me coloco à disposição para eventuais dúvidas, críticas e sugestões deste modelo de aprendizagem contemplando artigo sucinto, mapa mental e atividades práticas com foco em resultados para você e sua organização. Espero sinceramente poder de alguma forma contribuir de forma positiva em sua vida pessoal e profissional ao longo desta nossa jornada. Sucesso a todos! Obrigado e até a próxima.

fonte:http://www.administradores.com.br/

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Economia Criativa: Porto Digital ganha verba do BNDES para pólo de economia criativa no Recife


Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social irá doar a quantia para reforma de prédio histórico do Núcleo de Gestão do Porto Digital


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinou nesta quinta (23) contrato de 8,8 milhões de reais com o Núcleo de Gestão do Porto Digital, do Recife. Os recursos, não reembolsáveis, serão utilizados para restaurar, adaptar e equipar o edifício conhecido como Convento, no centro histórico da capital pernambucana e para a instalação do Porto Mídia, núcleo de empreendedorismo e tecnologia dedicado à economia criativa.

O documento foi assinado na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, pelo presidente do Banco, Luciano Coutinho, pelo secretário de Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Marcelino Granja, e pelo diretor-presidente do Porto Digital, Francisco Saboya. “Esse projeto é uma combinação virtuosa de nossa política de apoio ao restauro do patrimônio histórico com o fomento à economia criativa e à tecnologia”, disse Coutinho.

O prédio histórico, que integra um conjunto arquitetônico tombado há 15 anos pelo Iphan, abrigará tanto os empreendimentos a serem incubados pelo Porto Mídia quanto laboratórios para capacitar empresários e atender ao mercado produtor local.

Atualmente ameaçada de desabamento, a edificação terá a fachada restaurada e a parte interna reconstruída. O imóvel terá espaço para exposições, centro de formação, incubadora de empresas e laboratórios de edição e pós-produção distribuídos em três pavimentos, com área de 1.500 metros quadrados.

A operação contempla ainda a adaptação de um prédio vizinho para instalação provisória do Porto Mídia, que será transferido para o Convento após a conclusão do restauro.

O Porto Digital – O Porto Mídia é o ponto de partida para a implementação das ações do Porto Digital — parque tecnológico do centro histórico do Recife — no campo da Economia Criativa.

Com 10 anos de atividade, o local reúne atualmente 150 empresas de TI — que, juntas, faturaram R$ 1 bilhão (ou cerca de 1% do PIB pernambucano) no ano passado —, duas instituições de ensino, duas instituições de pesquisa, 20 empresas incubadas de base tecnológica, 14 empresas incubadas de economia criativa, oito empresas de serviços associados e quatro entidades empresariais de classe.

No total, 200 instituições ocupam os 40 mil metros quadrados do Porto Digital e geram mais de 6,5 mil empregos diretos.

fonte:http://idgnow.uol.com.br/

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terça-feira, 4 de junho de 2013

Economia Criativa: Encontro Luso-Brasileiro inclui debate sobre economia criativa


A programação do Encontro Luso-Brasileiro de Territórios Criativos inclui debate com especialistas e a apresentação de experiências brasileiras e portuguesas bem sucedidas na construção de espaços territoriais produtivos e de agrupamentos criativos que reúnem esforços colaborativos e políticas públicas para o desenvolvimento cultural, social e econômico.







As atividades de encerramento do Ano do Brasil em Portugal, além da ampla e variada programação artística, incluem o Encontro Luso-Brasileiro de Territórios Criativos nos dias 7 e 8 de junho, em Lisboa.

A iniciativa é do Ministério da Cultura do Brasil, por meio da Secretaria da Economia Criativa (SEC/MinC), e acontece no Espaço Brasil, situado no LX Factory, local em que a Funarte (Fundação Nacional das Artes do Brasil) concentra as atividades do evento desde o ínicio.


Economia Criativa em Português

A abertura, no dia 7, às 19h, terá, ainda, o lançamento da versão em Português do Relatório da Economia Criativa 2010 – da UNCTAD (Creative Economy Report 2010), com a palestra da Secretária da Economia Criativa do Ministério da Cultura do Brasil, Cláudia Leitão, Uma economia criativa que fala português: proposta de um modelo de desenvolvimento para os países da CPLP a partir da Cultura.

O Relatório da Economia Criativa traça um panorama completo da Economia Criativa no mundo e pela primeira vez é traduzido para o português. A partir do dia 7 de junho, estará disponível para consulta e download no Observatório Brasileiro da Economia Criativa (OBEC).

Segundo a Secretária Cláudia Leitão, a ideia é que o relatório sirva tanto aos segmentos criativos e estudiosos brasileiros como também aos criativos dos demais países membros da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa).

Inscrições

As inscrições podem ser feitas na hora, no próprio local, ou por meio deste link e do e-mail encontro.luso.brasileiro2013@gmail.com

Para outras informações:

Em Portugal:

- Catarina Santos Amorim – Assessoria de Imprensa cmsa@mpublicrelations.pt

M: +351 93 572 11 46
F: +351 21 154 61 29

No Brasil:

- Marcelo Leal – Assessoria de Comunicação Social da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura do Brasil, marcelo.davila@cultura.gov.br fone (61) 20242805

- Andrea Santos Guimarães – Coordenação-geral de Promoção e Difusão da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura do Brasil, andrea.guimaraes@cultura.gov.br fone (61) 20242884

Fonte: Ascom da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura do Brasil

fonte: http://www.vermelho.org.br/

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Economia Criativa: Porto Digital receberá R$ 8,8 milhões para investir em economia criativa



Foto: NE10

Valor será usado para reformar imóvel no Recife Antigo que será sede do Porto Mídia

O setor de economia criativa em Pernambuco ganhou mais um impulso. O Porto Digital conseguiu um financiamento de R$ 8,8 milhões do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico (BNDES) em convênio com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado para estruturar o Porto Mídia, centro que vai concentrar todas as iniciativas no polo nesse setor. Os recursos não são reembolsáveis e fazem parte do Fundo Cultural do BNDES.

O Porto Mídia faz parte da estratégia do Porto Digital de promover negócios criativos envolvendo as áreas de audiovisual, música, design, games, moda, entre outras, cadeia produtiva que sempre foi um ponto forte do Recife. Com o valor recebido pelo BNDES, o Porto vai reformar um imóvel histórico no Recife Antigo. O prédio está tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e já tinha sido anunciado como uma aquisição do polo no ano passado.


Prédio no Recife Antigo será reformado (Foto: Reprodução)

A expectativa é que o prédio esteja pronto para ser utilizado em dois anos e meio. Além da reforma, o dinheiro será aplicado na compra de equipamentos, instalação de estúdios e laboratórios. No anúncio, que aconteceu no Rio de Janeiro nessa quinta (23), o presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, disse que o Porto Mídia “será uma das mais importantes plataformas de fomento à economia criativa no Brasil”.

Até o prédio ficar pronto, as atividades do Porto Mídia acontecerão em um outro imóvel no Recife Antigo. As operações começam em agosto.

fonte:http://blogs.ne10.uol.com.br/

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Economia Criativa: 20 formas de a criatividade ajudar





Carlos Martins, ADDICT
Nuno Pinto Fernandes24/05/2013 | 16:10 | Dinheiro Vivo


Porque "ninguém nos vem salvar", Carlos Martins, da ADDICT, empresa que opera nas indústrias criativas, aponta 20 conselhos para que esta área, este cluster, seja também importante na recuperação do país.

Na sessão de conferências do Festival de Criativos, esta sexta-feira, na Etic, em Lisboa, Carlos Martins enumerou:

1. Não são mais fortes e mais inteligentes que vingam, mas os que se adaptarem. Basta olhar à nossa volta e verificar como o eixo económico está a mudar, com a China e a Índia em destaque.

2. Ninguém nos virá salvar. É bom que os portugueses percebam isso para lançar mãos à obra.

3. Se não aprenderes tudo de novo, no dia seguinte não saberás nada.

4. Precisamos de uma escola que substitua o medo de falhar.

5. O teu talento só interessa se for encontrado por alguém.

6. As boas instituições fazem bons países.

7. O centralismo é uma praga para sociedades. quanto mais próximos as pessoas umas das outras, das instituições, melhor...

8. A nossa economia criativa é residual, fraca mesmo. Estamos falar de um sector que cresce mais do que a economia, porém estamos a ficar para trás.

9. Nos EUA, as indústrias criativas geram dois terços do investimento, em Portugal quase nada. Além de que são as novas empresas que criam mais emprego.

10. Nunca trabalhes sozinho. O conhecimento está disponível, só temos que o encontrar.

11. É preciso saber que problema estamos a resolver. Para isso, é temos de ser pragmáticos nas empresas, nas cidades, no país...

12. O design não é forma é o conteúdo. É ele que produz valor.

13. A informação é o petróleo do seéculo XXI.

14. O que não existir digitalmente não existe. Não se tratade uma pdf da realidade, mas uma construção nova.

15. Ou és internacional ou vais morre. Precisamos urgentemente de ser internacionais.

16. Ser uma pequena empresa não é problema, ser irrelevante, sim.

18. Escolhe o teu ecossistema. Com quem trabalhas digitalmente aqui ou no resto do mundo.

18. Sem investimento não há crescimento. Hoje, há pouca capacidade de atrair capital, os bancos estão quase falidos, Portugal tem má imagem, há dificuldades em chegar aos mercados, pelo que é preciso atrair capital de risco ou business angels.

19. Mais importante do que ser especialista é ser especial.

20. Fala com muitas pessoas, ouve muita música, vêr muitos filmes, viaja muito, sobretudo lê muito. A escola não cria estes hábitos, as famílias também não. Leiam muito.

Só estes conselhos irão permitir, segundo Carlos Martins, reverter a situação das indústrias criativas em Portugal. Para que conste, as indústrias criativas na União Europeia pesam 4,5% do PIB e 3,2% do emprego, ou seja 8 milhões de pessoas. Em Portugal, pesam 2,6% do PIB e 2,8% do emprego.

Mas várias manifestações, sobretudo a norte, como é caso de Guimarães Capital Europeia da Cultura, são sinal de que a situação pode mudar. "Isto só acontece se as pessoas fizerem parte", defende Carlos Martins, destacando os mais de 2 mil eventos, 25 mil artistas, mil novas criações, 100 estreias internacionais de cinema, nesse evento.

Neste caso, aforam produzidos 50 filmes, um deles estreado agora no Festival de Cannes, no encerramento da Semana da Crítica, Une Soiré de Cloture en 3D. "Exemplo de que é possível fazer coisas sem necessidade de milhões", reforça o responsável da ADDICT, rematando que, no final de tudo, "não vale a penas viver vidas que não valem a pena contar."

fonte: http://www.dinheirovivo.pt/

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Economia Criativa: Comércio global de bens e serviços 'criativos' bate recorde


Mercado cresceu 11% de 2010 para 2011 e chegou a R$ 1,2 trilhão

Mesmo em meio à crise, o comércio global dos chamados bens e serviços 'criativos' — categoria que inclui artigos multimídia, músicas, livros, filmes, obras de arte, trabalhos de design gráfico, moda e design de interiores — cresceu 11%, de R$ 1,1 trilhão (US$ 559 bilhão), em 2010, para o recorde de R$ 1,2 trilhão (US$ 624 bilhões), em 2011.

A informação foi incluída no relatório Global Database on the Creative Economy (Base de Dados Global sobre a Economia Criativa), divulgado pela Unctad, a agência da ONU para temas de comércio e desenvolvimento, antecipando os debates sobre o tema que devem ocorrer no Fórum Global de Serviços de Pequim, nos dias 28 e 29 de maio.

Segundo a Unctad, com o crescimento recente, o volume de recursos movimentados pelo setor já superou o nível pré-crise de 2008.

Só o comércio de serviços 'criativos' — como arquitetura, design e propaganda — teria triplicado desde de 2002, passando de R$ 125 bilhões (US$ 62 bilhões) para R$ 348 bilhões (US$ 172 bilhões) em 2011. No mesmo período, o comércio de produtos com conteúdo 'criativo' mais que dobrou.

Em um ranking de volume de comércio do setor, o Brasil ficou em apenas 22º lugar, atrás de países como México e Índia.

Ainda assim, de 2002 a 2011 as exportações e importações de bens e serviços 'criativos' do país aumentaram quatro vezes, de R$ 139 bilhões (US$ 69 bilhões) para R$ 571 bilhões (US$ 282 bilhões).

Causas

De acordo com a agência da ONU, parte do aumento do comércio global da 'economia criativa' pode ser atribuído a um aprimoramento das estatísticas sobre esse fluxo em diversos países.

O bom momento vivido pelo setor, porém, também refletiria o estilo de vida contemporâneo e a crescente importância das 'redes sociais, inovação, conectividade, estilo, marca, status, experiências culturais e co-criações'.

O maior exportador e importador de bens e serviços criativos hoje seria a China, embora muitos dos produtos fabricados no país sejam concebidos em outros lugares.

Em segundo e terceiro lugar na lista da Unctad vêm Estados Unidos e Alemanha.

Os países emergentes ou em desenvolvimento ainda seriam minoria na lista dos 20 maiores exportadores e importadores da Unctad, embora tenham registrado um crescimento do volume de comércio do setor mais acelerado.

Entre 2002 e 2011 as importações e exportações de bens e serviços 'criativos' teriam crescido 12,1% em países em desenvolvimento e 8,8% na média global.

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fonte:http://noticias.r7.com/

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Economia Criativa: A Virada Cultural é importante. A vida é mais


Todas as manchetes pós-Virada Cultural são sobre violência. Não são invenção. Um garoto de 19 anos morreu baleado. Outras três pessoas levaram tiros. Seis foram esfaqueados. Dezenas de roubos e por aí vai. Isso não é criação de jornalista nem armação de tucano. Isso tudo aconteceu de verdade. E mesmo assim, toda essa violência não é razão para que a Virada Cultural deixe de existir. A Virada precisa ser defendida. Mas não acriticamente. É preciso identificar o que é preciso mudar na Virada Cultural. As duas mudanças mais necessárias estão na cara.

Concentrar a cobertura no que aconteceu de ruim é mau jornalismo. Tá certo que notícia é notícia ruim, mas teve muita notícia boa na Virada. Não vou enumerar, que para isso existem as coletivas de imprensa do prefeito. Vamos cair na real: países violentos têm eventos de massa violentos. Não vamos cancelar a Copa por causa da violência entre torcedores, certo? Outro lado da moeda: comemorar que foi tudo uma beleza é mentalidade de press release. Cantar vitória absoluta por que não rolou violência durante o show dos Racionais, como em 2007? Pô, foi no meio da tarde...



Dá para escrever um tratado com tudo que há de errado com a Virada Cultural. Dá preguiça e, hoje, munição para chatos e carolas. Tem só um pecado que não perdoo: é o populismo bancado pelo sangue alheio. A Virada Cultural é violenta porque vira a noite. Depois das três da manhã, quem está de pé na rua está zoado, e o percentual de doidos e mal-intencionados aumenta automaticamente. E a Virada Cultural é violenta porque acontece principalmente em uma área violenta da cidade, o velho centro.

Minha crítica não-cultural à Virada Cultural se resume nisso. É populismo barato concentrar os eventos no centro, e sai bem caro para quem vai. Às vezes, custa a vida. O argumento é que o centro seria supostamente mais acessível, popular, democrático. Bem, se nós paulistanos vamos desembolsar dez milhões de reais para financiar acesso gratuito a uma programação cultural que habitualmente é paga, proponho darmos também acesso para o povão pisar no chão premium, sofistiquê e diferenciado da capital. Por que a Virada Cultural não acontece em lugares tradicionalmente seguros da cidade, como por exemplo... os Jardins? Itaim? Vila Olímpia? Morumbi? Os ricos da cidade gritariam de pavor, vendo seus bunkers invadidos por jovens populares multicoloridos. Mas seria bem divertido, e principalmente mais seguro.



Não é em benefício próprio. Nunca fui nem irei à Virada Cultural. Já fui profissionalmente em muito show na vida, e meio que me aposentei, especialmente se há perigo de aglomeração. Não fui nem ver minha amada Joan Jett no Lollapalloza... Mas é claro que São Paulo deve ter uma programação cultural pública de ponta, na Virada e o ano inteiro. Só a falta de experiência internacional do brasileiro para São Paulo ser considerado um centro cultural importante. A cultura em São Paulo é pouca, cara, longe, irrelevante, em horários estrambóticos, ou alguma combinação disso tudo.

É prioritário mudar. Não se trata de frufru, lazer, mas de imperativo econômico estratégico. A maior cidade do Brasil tem obrigação de ser nossa ponta-de-lança para o Século 21, e capital da nossa economia criativa. A Virada Cultural deve ser uma de nossas melhores vitrines. Para isso, tem obrigação de ser mais ambiciosa esteticamente. Deixo já a encomenda por mais ousadia para 2014. Dos nove curadores, conheço três - Giselle Beiguelman, Pena Schmidt, Alê Youssef - e sou amigo de décadas de outro, Alex Antunes. A nenhum falta repertório. Mas o time dos nove é homogêneo demais, ainda mais considerando o contexto geral da Secretaria de Cultura, e o enfoque de Juca Ferreira em seus anos no MInistério da Cultura.



Mais importante ainda é que a Virada seja segura. É baixa política fazer da violência nesta Virada Cultural argumento para que ela seja menor, ou desapareça. Já é um patrimônio de São Paulo, com todos os seus defeitos, como tantos outros patrimônios nossos. Mas duas mudanças simples, por parte da prefeitura, tornariam o evento melhor, mais humano e pertinente. A Virada é importante. A vida é mais. Vamos reconhecer que a cidade não é capaz de cuidar de seus cidadãos. Especialmente no centro. Especialmente de madrugada. Insistir no formato atual é garantia de morte para outros garotos de 19 anos em 2014.

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fonte:http://noticias.r7.com/

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Economia Criativa: Misto de bazar descolado e sunset party, Picnik agita Brasília neste domingo




Misto de bazar descolado e sunset party, Picnik agita Brasília

Misto de bazar e sunset party, o evento Picnik acontece pela primeira vez fora dos domínios do Calçadão da Asa Norte. Em edição extra, toma conta do CCBB Brasília no domingo 19 de maio, mantendo o foco de fortalecer canal entre público gerador e consumidor de novas tendências e artistas alternativos de variados nichos (moda, artes plásticas, música, gastronomia), movimentando e consolidando a rede de economia criativa local.

Após 06 edições de sucesso na praça que o recebeu tão bem, o projeto se movimenta para um espaço tão privilegiado quanto seu berço, o CCBB Brasília. Substitui-se os decks de madeira pelo belo gramado verde e vivido da instituição, que permitirá complementar o passeio do público alvo do evento com visitas a exposições, peças e outros disponíveis na programação em atividade.

O mercadinho conhecido pela diversidade, qualidade e vida de seus expositores, representados em geral por jovens artistas e/ou estilistas locais, toma corpo e expande os horizontes em busca de contato com novo público, em especial o localizado próximo às mediações do CCBB Brasília. Será um belo teste para uma Brasília alternativa que quer se ver cada vez mais forte e estruturada, rendendo frutos para contribuir com consolidação de cultura “Made in Bsb”.

Serviço:
O que: Picnik no CCBB Brasília
Onde: SCES Trecho 02, Próximo a Ponte JK
Quando: 19 de maio (domingo), das 14h as 22h
Quanto: de graça!
Classificação indicativa: livre

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fonte:http://virgula.uol.com.br/

terça-feira, 21 de maio de 2013

Economia Criativa: Porto Digital recebe 14 novas empresas da área de TI em 2013


Incentivos do parque tecnológico, como isenção de impostos e alto potencial para contatos com investidores, atraíram os novos embarcados

Desde o início do ano, 14 empresas escolheram instalar suas sedes no melhor parque tecnológico do Brasil, o Porto Digital, localizado em Recife, Pernambuco. A partir de sua entrada, as startups já passam a receber redução de tributos e a aproveitar toda a infraestrutura oferecida pelo polo recifense. As novas empresas recém-chegadas são: Agora eu Consigo; Até passar; BRQ Solutions; Case Partners; Cridea; G3; Gapuia; Idealizza; Ideiaimagem; iMind Solutions; IPAD; SW Training e USTO.RE

A maior parte das duas mil companhias embarcadas no Porto Digital são pequenas e médias empresas pernambucanas. Há, entretanto, gigantes tecnológicos que aproveitam dos incentivos e da mão de obra altamente qualificada da cidade do Recife para criarem produtos dentro do polo, como é o caso de IBM, Microsoft e Accenture. As empresas embarcadas dedicam-se, principalmente, às áreas de desenvolvimento de sistemas de gestão empresarial, mobilidade urbana, games, animação e aplicações para dispositivos móveis.

"Cada empresa que vem para o Porto Digital é sinal de que nossos esforços em prol da inovação no Brasil estão tendo sucesso", explica Francisco Saboya, presidente do Porto Digital. "Nossa intenção é sempre fornecer a melhor infraestrutura e serviços para o desenvolvimento dessas startups, ajudando não só o crescimento delas próprias, mas também vendo-as impactar a economia do Recife, de Pernambuco e do Brasil".

O Porto Digital coloca à disposição das empresas embarcadas vantagens como acesso à internet por fibra ótica, contatos com investidores, órgãos de fomento e isenção de impostos. Por ser um arranjo produtivo local, com apoio da Prefeitura da Cidade do Recife e do Governo do Estado de Pernambuco, há incentivos municipais, como a redução do ISS (Imposto sobre Serviços) em até 60%; e incentivos estaduais, como a redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias).

Veja abaixo o perfil das novas startups:

- Agora eu Consigo: desenvolve software de comunicação alternativa para tablets em português, o Livox. O programa é uma solução para comunicação de pessoas com dificuldades de fala, pois fornece conversão de texto em voz com sons naturais.
- Até passar: site que agrega informações sobre concursos públicos, sendo uma rede social de aprendizagem online. A plataforma permite um ambiente de educação colaborativa, com distribuição de conteúdos.
- BRQ Solutions: fundada em 1993, é uma empresa de Serviços de TI. Cresce em média 30% ao ano e em 2011 teve uma receita de R$ 350 milhões, contando com mais de 4.000 profissionais distribuídos nas filiais de São Paulo, Alphaville, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília e Nova Iorque. As ofertas vão de Outsourcing de Aplicações e Service Desk, Desenvolvimento de Aplicações Sob Medida, Soluções de Mobilidade, Cloud Computing, Consultoria em TI e Processos Financeiros, até a Terceirização de Processos de Negócio (BPO).
- Case Partners: é uma empresa especializada em gerenciamento de processos de negócio para os setores público e privado, com ofertas na área de BPM - Business Process Management.
- Cridea: primeira companhia profissional de Pernambuco dedicado à prestação de serviços de coleta de dados aérea e pesquisa de veículos aéreos não-tripulados.
- G3: empresa especializada no segmento de consultoria, implantação e desenvolvimento no segmento de transportes de passageiros, cargas e transporte revendedor retalhista.
- Gapuia: empresa tem um longo histórico na área da cultura & comunicação para o desenvolvimento. No portfólio, realização de documentários (com premiações), direção de programa de TV, edição de livros, RPG educativo, exposições multimeios.
- Idealizza: empresa que surgiu da soma das experiências de seus criadores nas áreas de Desenvolvimento de Software, Administração de Redes de computadores, Segurança da Informação, Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação e Administração de empresas. Desde 2004, se especializou no desenvolvimento soluções exclusivas para seus clientes.
- Ideiaimagem: empresa pioneira em computação gráfica no país, fundada em 1992. Atende demandas em publicidade, multimídia e web. É uma das mais novas empresas de Economia Criativa do Porto Digital.
- iMind Solutions: empresa especializada em desenvolvimento e manutenção de sistemas em regime de fábrica de software com soluções Web, Mobile e Portais.
- IPAD: o Instituto de Planejamento e Apoio Tecnológico e Científico (IPAD) especializou-se na promoção de concursos públicos e seleções, na capacitação de recursos humanos, no desenvolvimento de soluções em tecnologia da informação e no atendimento à comunidade.
- SW Training: capacitação de jovens profissionais para inserção no mercado de trabalho de TI com um conhecimento diferenciado.
- USTO.RE: empresa especializada em data clouding para armazenamento de dados privada ou pública. Suas soluções vão desde o arquivamento de dados até, backup e acesso remoto.

Sobre o Porto Digital

O Porto Digital é um dos pilares da nova economia do Estado de Pernambuco, com 200 empresas que faturaram uma média de R$ 1 bilhão (2010) e empregam mais de 6.500 pessoas. Sua atuação se dá em atividades altamente intensivas em conhecimento e inovação, que são software e serviços de tecnologias da informação e comunicação e economia criativa, em especial os segmentos de games, multimídia, cine-vídeo-animação, música, design e fotografia, além de propaganda e publicidade.

Considerado uma referência na implementação do modelo da 'triple helix', o Porto Digital é fruto de uma ação coordenada entre empresas, governo e academia, que resultou, após 10 anos de sua fundação (2000), num dos principais ambientes de inovação do País.

Siga o perfil exclusivo da Trama sobre Inovação: @tramainova

Sobre a Trama

Há 17 anos, a Trama Comunicação desenvolve e executa estratégias diferenciadas de relacionamento e comunicação para empresas e instituições de diversas áreas com foco em tecnologia, educação, inovação e sustentabilidade. Foi uma das agências pioneiras em oferecer e administrar a sala de imprensa das organizações na Internet e postar diariamente releases com informações a respeito dos clientes atendidos, baseada no conceito de comunicação interativa. Preparada para atender marcas com presença na América Latina, possui sede em São Paulo e escritório em Buenos Aires, além de operar internacionalmente por meio de parcerias com agências locais. Entre os serviços oferecidos estão: auditoria de imagem e opinião, assessoria de imprensa, clipping digital, comunicação interna, PR Digital, comunicação interativa (mídia social, blog corporativo, twit ter, podcast, videocast, release 2.0, sala de imprensa interativa), organização de eventos, gestão de crises, media training, planejamento estratégico de comunicação, publicações corporativas, conteúdo para website e relações públicas.

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Economia Criativa: Inverno 2014: Fashion Rio anuncia datas e retorna ao Píer Mauá!

Após revisitar rapidamente a Marina da Glória, semana de moda carioca volta a sua antiga casa

Após uma temporada na Marina da Glória, espaço que não ocupava desde 2009, o Fashion Rio está de volta ao Píer Mauá, por onde esteve por sete temporadas, até a mudança-relâmpago para a Marina nos desfiles de Verão 2014.

A próxima edição do evento está oficialmente marcada para ocorrer entre os dias 7 e 11 de novembro. O Salão Bossa Nova de Moda e Negócios acontecerá paralelamente ao Fashion Rio, entre os dias 7 a 10 de novembro, também no Pier Mauá.

Para quem ainda não se inteirou: o salão é o resultado da fusão do Fashion Business, comandado por Eloysa Simão, e do Rio-à-Porter, sob a batuta de Paulo Borges. A primeira edição do evento focado em economia criativa teve início na segunda-feira e termina hoje (17), no Espaço 3650, ao lado do Shopping VillageMall, na Barra.

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terça-feira, 30 de abril de 2013

A Economia Criativa: Valorização da cultura corumbaense e economia criativa do Carnaval ganham espaço







A coordenadora do Projeto Tour da Experiência, Marcela do Nascimento, falou sobre como surpreender os visitantes, trabalhando com a emoção. O segundo dia do Fórum Regional de Desenvolvimento levou para Corumbá especialistas nacionais nas áreas de Economia da Experiência e Economia Criativa do Carnaval. Nesta sexta-feira (26), às 8 horas, a coordenadora do Projeto Tour da Experiência, Marcela do Nascimento, falou sobre como surpreender os visitantes, trabalhando com a emoção.

"Há o desafio de inovar, já que o cliente que retornar ao lugar espera sempre algo diferente, novo", diz. Segundo ela, para isso, o empresário deve promover a integração do turista aos elementos típicos da região. "Pode ser feita através da história, cultura, produtos locais da gastronomia, artistas, músicos, produtos locais; enfim, experiências únicas aliadas a ideias originais", explica.

Às 9h30 foi a vez dos participantes conferirem o Painel Economia Criativa do Carnaval, que trouxe Bruno Felippo, especialista na temática. "Devemos desmontar essa ideia de que a escola de samba tem que gastar muito para ser competitiva", garante.
Bruno Felippo falou sobre Economia Criativa do Carnaval.Felippo citou o caso da Unidos da Tijuca, campeã do carnaval 2012 do Rio de Janeiro, que, segundo ele, se reinventou graças à criatividade do carnavalesco Paulo Barros, garantindo o título mesmo com menos recursos que algumas concorrentes. "Investir não significa muito dinheiro, mas capital bem aplicado e amparado por planejamento e gestão. Quem trabalha nesta área tem que buscar a equação que alie paixão com a parte racional", conclui.Economia

De acordo com pesquisa da Fecomércio-MS, o período do Carnaval movimentou cerca de R$ 9 milhões neste ano, em Corumbá, mobilizando de 25 mil a 35 mil pessoas na cidade.

O estudo aponta ainda que os turistas gastaram em média R$ 237 por dia, fora hospedagem e a população da cidade média de R$ 92. Segundo o levantamento, no comércio houve acréscimo de 17,3% nas vendas e mais de 1,2 mil famílias encontraram uma ocupação temporária no período, sendo que escolas de samba e blocos empregaram em torno de 800 colaboradores. Somente os ambulantes movimentaram cerca de R$ 400 mil.

Desenvolvimento territorial

O Fórum Regional de Desenvolvimento é realizado pelas seguintes entidades que compõem o Sistema "S": Sebrae, Sistema Fiems (Sesi e Senai), Sistema Fecomércio (Sesc e Senac) e Sistema Famasul (Senar).

O evento, que teve início nesta quinta-feira e termina hoje, no Centro de Convenções do Pantanal, conta com o apoio da Assomasul, Associação Comercial e Empresarial de Corumbá, Banco do Brasil, BID, Fomin, Caixa Econômica Federal, MS Sem Fronteiras, TCE/MS e Prefeitura Municipal de Corumbá. A programação completa encontra-se no site www.ms.sebrae.com.br.

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terça-feira, 23 de abril de 2013

A Economia Criativa: Guaratuba busca apoio ao Turismo e à Economia Criativa



Guaratuba poderá ter um núcleo do Criativa Birô, programa do Ministério da Cultura que tem apoio da Secretaria de Estado da Cultura, para incentivar micro e pequenos empreendimentos criativos. A cidade também deverá receber recursos para construção de um centro cultural.

As duas conquistas estão sendo articuladas com os governos federal e estadual pelo secretário de Turismo e Cultura, Vandir Esmaniotto. Vandir, a diretora geral da secretaria, Nilza Borges, e a assessora Debura Aquino participaram, na sexta-feira (12), em Campo Largo, do Seminário de Políticas Culturais e Gestão Municipal, organizado pelo deputado federal Angelo Vanhoni (PT). Na segunda-feira (15), a equipe da secretaria participou, em Curitiba, do encontro do governador Beto Richa com os novos gestores municipais de cultura.



Apoio do governo federal

No seminário promovido por Vanhoni, Vandir reforçou os pedidos de recursos do governo federal para os 16 projetos encaminhados pela secretaria nas áreas de cultura e de turismo. Além da construção do centro cultural, Guaratuba solicitou recursos para a construção da passarela de Caieiras, sinalização turística, revitalização da Avenida Atlântica, pavimentação da Estrada do Cabaraquara, construção do Centro de Eventos no Camping Municipal, reforma da Rodoviária, revitalização de espaços culturais e históricos e construção do Portal de Guaratuba.

A equipe também articulou com o presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Marcos Cordiolli, a participação de Guaratuba em um consórcio de cidades em atividades culturais e artísticas.



Apoio do governo estadual

No encontro com dos gestores o governador, a equipe solicitou a instalação de um núcleo do Criativa Birô e também incluiu Guaratuba no calendário de apresentações da Orquestra Sinfônica do Paraná. A Secretaria de Estado de Cultura vai auxiliar a criação do Sistema Municipal de Cultura de Guaratuba.

Criativa Birô

O Criativa Birô é um escritório de atendimento e suporte para incentivar empreendimentos ligados à arte e á cultura. O programa é do Ministério da Cultura e vai chegar ao Paraná no segundo semestre deste ano. O objetivo é incentivar a economia criativa, do artesanato á cultura digital, com qualificação dos gestores, apoio á abertura de negócios e a promoção e difusão desses empreendimentos em feiras, rodadas de negócios, etc.

Fotos: Secretaria de Turismo e Cultura de Guaratuba e Assessoria Vanhoni

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fonte: http://correiodolitoral.com/