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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Gratis, cursos gratis na promoção do portal Raízes Culturais






Promoção de verão



Grátis, uma palavra boa nos tempos de crise!!!!

O porta de cursos na área da cultura, www.cursosraizesculturais.com.br está realizando uma promoção muito interessante para seus alunos.

Para cada curso comprado, o portal oferece outro de igual valor ou valor inferior. O segundo curso é grátis .

O portal, um dos mais tradicionais na internet de cursos EAD, existente desde 2011, tem somente cursos a distancia, ou cursos "On line" como muitos prefere chamar

Ofertas do portal:
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Curso de Produção de Cinema
Curso de Produção Executiva
Curso de Produção Cultural
Curso de Captação de Recursos
Curso de Mercado de Trabalho para Artistas

Esse último curso é muito interessante, pois ensina ao ator, músico, cantor a se profissionalizar e principalmente a promover o seu trabalho nas redes sociais. Ensina como usar o Facebook, o Twitter etc

Vale a pena aproveitar essa promoção

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sábado, 4 de julho de 2015

30 filmes paulistas estreiam a partir de agosto com recurso estatal




Investimento de R$ 12,7 milhões para o mercado audiovisual foi feito através da Spcine; “Temos enorme potencial”, diz Haddad sobre cinema de SP





A Spcine, empresa estatal de fomento ao cinema, anunciou nesta quinta-feira (2) um investimento de R$ 12,7 milhões para o mercado audiovisual paulista. Os recursos da Agência Nacional de Cinema (Ancine) e da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo financiaram a produção e distribuição de 30 filmes, que serão exibidos em três mil salas em todo o Brasil entre o segundo semestre de 2015 e primeiro de 2016.



A lista de filmes que receberam apoio financeiro foi selecionada a partir dos editais das Linhas 2, 3 e 4, sendo que o resultado Linha 1 deve ser anunciado em outubro. O investimento contempla produções de pequeno, médio e grande orçamento.

Com aporte de R$ 2,95 milhões, a Linha 2 aprovou 19 longas-metragens. Com aporte de R$ 5,7 milhões, a Linha 3 aprovou sete projetos. Quatro foram os aprovados na Linha 4, voltada para distribuidoras de todo o País, desde que associadas a uma empresa paulista. O contrato prevê investimento de R$ 1 milhão. A lista completa de filmes pode ser conferida aqui.

Embora a lista da Spcine esteja consolidada, as inscrições não se encerraram completamente. Ainda há R$ 50 mil disponíveis para a Linha 2, voltada para distribuição para filmes de pequeno e médio porte, e R$ 250 mil para a Linha 3, de produção de longas-metragens. O programa ainda vai conceder investimento de R$ 7 milhões para a Linha 1 e o edital de conteúdo para TV e plataformas digitais receberá R$ 10 milhões do fundo.

Há possibilidade de retorno financeiro para a Spcine, que participará de receitas e bilheterias no cinema e em outras janelas, como internet, vendas internacionais e plataformas de Video On Demand (VOD), como o Netflix.

De acordo com o prefeito Fernando Haddad (PT), o cinema vai gerar emprego e a economia criativa passa pelo audiovisual. “A produção do filme vai gerar um mercado de trabalho importante. Temos um enorme potencial e queremos concorrer com o Rio de Janeiro”, disse.

Haddad ainda afirmou que o custo para investir no mercado audiovisual foi “muito barato” e abrangente, pelo fato de serem 30 filmes até agora. “O investimento foi apenas um terço do que foi gasto com a Fórmula Indy, que durou apenas duas horas.”

O secretário Nabil Bonduki lembrou a implantação do Circuito Spcine de Salas de Cinema, projeto que vai modernizar salas de cinema em CEUs e centro culturais da cidade. “Serão 20 salas distribuídas por toda a cidade, a maior parte em lugares onde não existe nenhuma sala de cinema”, comentou Bonduki.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Economia Criativa: Opinião Econômica - Precisa-se de roteiristas


Como os engenheiros, os roteiristas serão essenciais para formar o novo Brasil


Nizan Guanaes é publicitário e presidente do Grupo ABC

Cada um cria a sua própria história. Não espere ninguém para fazer a sua. O mundo é tão diverso quanto o número de pessoas que o habitam. Todo dia nasce gente e todo dia nascem histórias.

O Brasil tem uma das maiores populações do planeta, somos já quase 200 milhões. E o Brasil é um dos países mais ricos e diversos do mundo. Temos muitas histórias para contar e agora temos mais meios para contá-las, mais meios e mensagens, porque o Brasil mudou, o Brasil é novo de novo.

As coisas quase nunca acontecem de forma reta, lógica, perfeita. As coisas acontecem do jeito delas. Sou um defensor entusiasta da livre iniciativa e também um defensor tão entusiasta quanto da cultura. Dentro das dificuldades históricas que temos para produzi-la, que não são só do Brasil, mas de grande parte dos países, inclusive grandes produtores culturais, como França e Itália, é preciso reconhecer a necessidade de algum apoio oficial e defesa de mercado.

A produção audiovisual, principalmente cinema e programas de TV, é uma grande oportunidade para as marcas brasileiras e para a imagem do País aqui dentro e lá fora. Basta ver o que o cinema fez pelos Estados Unidos ou imaginar James Bond trocando o tradicional dry martíni por uma caipirinha.

Como bem sabe a propaganda, imagem e som é a mistura mais eficiente para contar histórias e emocionar plateias.

Por isso fiquei muito feliz ao saber outro dia que estamos sofrendo de falta de... roteiristas. Sim, pela primeira vez na história do Brasil faltam roteiristas. Não é maravilhoso isso? Um país que precisa de criativos.

A nova legislação do setor audiovisual aumentou exponencialmente a necessidade de conteúdo nacional na TV paga. E isso no momento em que esse setor cresce a uma taxa de 26% ao ano e já atinge mais de 16 milhões de brasileiros.

Para atender à nova legislação e alimentar esse público com conteúdos brasileiros, governo, operadoras e programadoras privadas dos canais de TV por assinatura estão realizando investimentos cada vez maiores na formação e na prospecção de roteiristas e roteiros.

A proteção do mercado ocorre no momento de explosão do mercado. A demanda por histórias brasileiras será enorme e tem bons precedentes. Basta ver sucessos como “Tropa de Elite”, “Avenida Brasil”, “Gonzaga - de Pai pra Filho” e tantos outros. Se tiver um bom produto na frente, o brasileiro consome o nacional com o mesmo gosto que consome megaproduções hollywoodianas.

De qualquer forma, a demanda está dada por lei, goste-se ou não. É uma oportunidade imensa para a nossa cultura e os nossos criativos.

Estou seguro de que nos próximos 20 anos a cultura brasileira será mais apreciada no Brasil e no mundo. O “jeitinho brasileiro”, tão depreciado, deve evoluir benignamente para o “brazilian way”, tolerante, inovador, original e específico como nosso país.

Mas, se nosso mix populacional e geográfico, nosso conservadorismo atrevido, nossa tolerância exorbitante e nossa diversificada economia nos tornam únicos, a essência brasileira ainda está em formação com a emancipação mesmo que tardia das massas, a emergência nos últimos anos de dezenas de milhões de brasileiros ao mercado consumidor, movimento que transforma a economia, a sociedade e também a cultura.

Essa enxurrada de novos programas, novos filmes, novas séries, novos documentários dará vez, voz e palco a esse novo Brasil. É um Brasil que pode seduzir o mundo, com Copa das Confederações daqui a dois meses, Copa do Mundo no ano que vem e Olimpíada logo depois.

O Brasil não quer dominar o mundo, o Brasil quer seduzi-lo. Não somos apenas um mercado emergente, somos também um estilo emergente.

E nada melhor do que bons roteiros e boas histórias para levar tudo isso às massas. Do Brasil e do mundo. Precisamos de roteiristas. Assim como os engenheiros, eles serão essenciais para formar o novo País.

Publicitário e presidente do Grupo ABC

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fonte: http://jcrs.uol.com.br

segunda-feira, 22 de abril de 2013

A Economia Criativa: Pequenas empresas embolsam R$ 100 mi com Copa de 2014

ESPORTES COPA DE 2014

Com os negócios feitos para atender a Copa do Mundo em 2014, micro e pequenas empresas do país garantiram R$ 100 milhões ao caixa de seus empreendimentos.



São ao menos 13 mil empresas de diversos setores, com 70 mil negócios firmados em encontros realizados pelo Sebrae nos 12 Estados com cidades-sedes que abrigarão os eventos esportivos.



Os empreendedores participaram de programa nacional criado pela entidade em 2009 para incentivar oportunidades geradas com os eventos e deixar as empresas a mais competitivas.



Até os jogos acontecerem, os empresários podem embolsar ao menos o dobro do valor já negociado, segundo estimam técnicos do setor.



O desafio agora para fornecedores e compradores é tornar esses negócios permanentes e fazer com que os investimentos realizados, a partir do calendário esportivo da Copa e da Olimpíada 2016, continuem gerando receita.



Levantamento feito pelo Sebrae, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, identificou 930 possibilidades de negócios em dez setores: agronegócio, construção civil, madeira e móveis, moda, serviços, comércio varejista, turismo, economia criativa (cultura e entretenimento), artesanato e tecnologia.



As informações do programa e os detalhes do estudo constam no site da entidade.



"O objetivo é preparar o empresário não somente para aproveitar as oportunidades da Copa mas principalmente para que sua empresa se torne mais apta a disputar o mercado em que atua no futuro", afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.







NA FORMA



Fabricante de lajes pré-moldadas no Rio, a Trelicon é uma das empresas que aproveitaram o filão da Copa. Com contratos com o consórcio responsável pela reforma do estádio do Maracanã, incrementou seus negócios.



Após fornecer material para as novas rampas de acesso do local, criadas para facilitar o escoamento do público, foi procurada também para fabricar o produto para viadutos da Transcarioca.



Por meio de corredores expressos, a via em construção ligará o aeroporto Internacional Tom Jobim (zona Norte) à Barra da Tijuca (zona Oeste), região que abrigará diversas competições em 2016.



Donos de uma pequena fábrica, os irmãos Montoiro começaram há 13 anos com quatro funcionários. Hoje, 35 empregados trabalham em uma área três vezes maior.



"Construímos quase uma fábrica dentro da fábrica para atender as linhas de produção dessas obras", diz o engenheiro Carlos Munin Montoiro, sócio da Trelicon.



"Na ciranda do dia a dia, prestamos atenção em comprar bem e deixamos de olhar ao redor. Com a consultoria especializada, aprendemos a evitar perdas. Menos desperdício significa mais eficiência e mais investimento em contratação", diz o engenheiro.



Sem usar madeiras em seus painéis pré-fabricados, a empresa desenvolveu uma técnica que torna o produto mais sustentável.



LÁ FORA



Em Salvador (BA), a Engpiso, empresa que presta serviços de colocação de pisos de concreto em dois estádios que receberão jogos no Mundial -a Fonte Nova (Salvador) e a Arena Pernambuco (Recife)--, já investe até em novos mercados após incrementar os negócios com o calendário esportivo.



Os contratos foram firmados após visitas a obras na África do Sul para conhecer estádios do país. Segundo o setor de marketing, o empresário e engenheiro civil Raimundo Dórea prospecta oportunidades no Panamá. A empresa começou com 8 funcionários e já chegou a 42.

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fonte: http://www.cenariomt.com.br/




quarta-feira, 17 de abril de 2013

Economia Criativa: Inovar – e agora?



Descubra a inteligência do DESIGN THINKING para facilitar a geração de ideias (criatividade) e a implementação de ideias (inovação)



O avanço da globalização mercadológica e tecnológica é um movimento que desafia a empresa moderna.

A chamada Economia Criativa pode ser definida como o conjunto de processos, que envolvem a criação, produção e entrega de produtos e serviços (soluções), usando o conhecimento e a criatividade (o capital intelectual) como principais recursos; em suma, é a aplicação de ideias a um negócio.

A premissa é que, ao entender os métodos e processos que designers usam ao criar soluções, os indivíduos e organizações seriam mais capazes de se conectar e revigorar seus processos de criação a fim de elevar o nível de inovação.

Inovaçãoé a palavra do momento para alavancar a gestão empresarial - mas por onde começar?

Antes de tudo, sugerimos criar um entendimento comum em torno de o que é inovação (e o que não é): inovação é executar soluções criativas (novas) que gerem resultados financeiros como aumento de receita e/ou lucro e/ou redução de custo para a empresa (e para o cliente).



Inovar é uma tarefa árdua e muitas vezes frustrante, mas essencial para obter diferenciação no mundo dos negócios. O Design Thinking aborda problemas empresariais comuns, sob múltiplas perspectivas, ajudando a solucioná-los de forma a conduzir os profissionais a novos caminhos.

Empresas que adotam a técnica do Design Thinkingcomo prática de gestão empresarial estão redesenhando seus negócios, na busca de vantagens competitivas.


Design Thinking – o facilitador



É neste cenário que entra o Design Thinking para facilitar a geração de ideias (criatividade) e a implementação de ideias (inovação).



o O diferencial da otimização de solução



O Design Thinking tem sua origem no processo de design de produtos, em que profissionais mapeiam as necessidades, atuais e futuras, do cliente.

A sacada do Design Thinking consiste em olhar além do convencional para o inusitado, do atual para o provável, o que implica na possibilidade de descobrir o nunca imaginado antes.

O Design Thinking é um método prático-criativo que acessa problemas e cria soluções na hora de atender as necessidades dos stakeholders da empresa com aquilo que é mercado e tecnologicamente viável; através de uma estratégia de negócios, a empresa transforma tais necessidades em valor para os stakeholders.

Design Thinking é inovador por ser uma forma de pensar diferente, focado em soluções, tendo como fim(!) a otimização de uma solução, em vez de começar com análise das causas de um problema.


Os parâmetros do problema e suas soluções são explorados simultaneamente. O que diferencia o Design Thinking do método científico é que este se inicia definindo todos os parâmetros do problema em questão, para a definição de um objetivo. Ao contrário, o Design Thinking começa o processo de solução de um problema de forma a definir parâmetros para otimizar a busca de um objetivo; a solução torna-se o ponto de partida.

Design Thinking não é linear e sim sequencial; a configuração das fases podem ser efetuadas de forma ajustável ao problema em questão.

As 3 fases



O Design Thinking é trabalhado em três fases:

1 - Impulso pela existência de um problema ou de uma oportunidade

que demanda uma solução; é a fase onde o perfil de um público

alvo é definido, ou seja, daqueles que serão “servidos” pelas ideias

inovadoras ou soluções geradas.

2 – Idealização, ou seja, oprocesso de gerar, desenvolver e testar

ideias, estimulando o pensamento divergente entre os integrantes,

para gerar uma grande variedade de soluções.

3 – Implantação, isto é colocar a ideia em prática através de protótipos.

Contrariando o pensamento convencional, para o Design Thinking

“fracasso” é reconhecer que uma ideia não deu certo, é assumir a

responsabilidade, aprender com as falhas e seguir em frente, para

desenvolver novas ideias até acertar.

Os 4 ingredientes

1 – Empatia - Pesquisa de dados - Imersão

É preciso se identificar com o problema. Para facilitar isso, o Design Thinkingpropõe “vender” a solução como sendo benéfica para as pessoas, sem abdicar do interesse da empresa por viabilidade operacional e ganho financeiro.

A equipe tenta identificar quais são as maiores dificuldades do público alvo; botando a mão na massa e observando o público, a equipe desenvolve empatia por ele e por sua situação; isso requer menos o envio de questionários e sim sair para a rua e visitar o local onde as coisas acontecem.

É assim que a equipe assimila o problema.

2 – Colaboração - Coleta de dados

Ao utilizar processos utilizados por designers, o Design Thinking busca diversos ângulos e perspectivas para a solução de problemas,priorizando o trabalho colaborativo em equipes multidisciplinares.

A partir dos dados coletados, criam-se insights com reflexões e conclusões, de forma a criar insumos para a etapa de análise e síntese.

3 – Experimentação - Análise de dados



Os dados coletados e organizados devem ser compreendidos; o Design Thinking sugere usar diagramas de afinidades (categorização de dados com base em similaridades).

A equipe digere os dados,filtrando diversas necessidades do público alvo e começando a criar ideias para atendê-lo; para obter um resultado mais rico das soluções e/ou das ofertas o Design Thinking sugere interagir com pessoas ligadas a novos produtos, racionalização de processos e/ou melhoria de serviços.

Brainstorming são realizados; conforme necessidade, sessões de co-criação com o público alvo; o senso crítico, mesmo ousado ou“louco”,não é inibido, mas promovido!

No final dessa etapa, o grupo vota as soluções preferidas para começar a testá-las, sob a ótica das seguintes restrições inerentes aos processos criativos:

> Praticabilidade – o que é funcionalmente possível?

> Viabilidade – o que deve sustentar a ideia?

> Desejabilidade – o que faz sentido para os atendidos?

O resultado esperado é a síntese de idéias.



4 – Avaliação



É necessário avaliar se funcionou, se não funcionou, por que não funcionou.

O resultado de um teste pode levar à decisão de desistir de uma solução ou de reavaliar a ideia e criar uma nova.



É assim, que o Design Thinking consegue viabilizar as mudanças desejadas na empresa.

Os 3 fatores de sucesso

Os seguintes princípios facilitam o sucesso do Design Thinking:

1. Design Thinking é um exercício interativo que dá espaço para pensamentos “loucos” (fora da lógica); pode gerar desconforto em pessoas acomodadas na mesmice (“em time que ganha, não se mexe”.)

2. Design Thinking incentiva a agilidade: pensar e fazer muito, de forma rápida, e descobrir rapidamente o que funciona e o que não funciona.

3. Design Thinking sugere a contratação de equipes heterogêneas quanto a conhecimento e comportamento; é o turbilhão do grupo que permite ir além dos limites individuais (brainstorming); olhar para fora do ambiente em que se está inserido (“think outside the box”); grupos homogêneos tendem a focar numa solução única; grupos heterogêneos – incluindo pessoas "de fora" – tendem a romper limites, sejam eles derivados da cultura organizacional, ou de convenções sociais.

Desta forma, o Design Thinking estimula espírito de equipe, ação e resultado.

Dicas



1 - Contemple também soluções de menor impacto.

Comece com ações dentro do seu alcance e mostre resultado; assim, você ganha conforto para seguir com inovações mais complexas.

2 - Considere inovação como uma atividade contínua.

A inovação não é um ato momentâneo e sim um processo contínuo; as mudanças mercadológicas e/ou tecnológicas podem, a qualquer momento, neutralizar a sua inovação; portanto, faça da inovação um hábito no seu dia-a-dia.

Case de Design Thinking da Positivo

Um case de sucesso de Design Thinkingdemonstra o computador ‘Faces’, da Positivo. Em 2008, a fabricante constatou que habitantes das periferias de São Paulo e Rio de Janeiro costumavam deixar o computador na sala, compondo a decoração. Além disso, muitos não tinham carro, o que dificultava o transporte do equipamento, em caso de reparo.

A partir dessas constatações, a Positivo criou a linha ‘Faces’, cujos computadores tinham alça e frente acrílica que pode ser personalizada com diferentes imagens. A boa aceitação do produto comprovou-se num sucesso de vendas.

Case As Havaianas e o Design Thinking

Fonte: Carlos Henrique Vilela - Innovation Strategist na Leucotron. Co-fundador e editor do Unplanned.



Há poucos dias, postei uma entrevista bem interessante com a Ana Barroso, da Ologia, sobre Design Thinking. Aproveitando o tema, segue abaixo um case da IDEO para a marca Havaianas, que resultou em uma tática bem interessante para o lançamento de um novo produto. Pode ser uma ótima inspiração para planejadores, já que as soluções exigidas hoje vão bem além da propaganda, e o processo, nesse caso, tem estrutura bem parecida com o que fazemos.

Vamos lá…

A marca Havaianas traz consigo o significado de ser brasileiro – espírito livre, com entusiasmo pela vida e um instinto para combinações improváveis. A marca, que começou com sandálias baratas para trabalhadores rurais em 1907, oferece hoje diversas linhas de produto no mundo todo e vende mais de 160 milhões de pares por ano.



Nas ruas do mundo todo, é possível encontrar de celebridades, como Gisele Bundchen e Beyonce Knowles a cidadãos comuns, todos usando a sandália.

Com 60 anos de crescimento continuo, a marca procurou a IDEO para ajudar na sua extensão para uma nova categoria de produtos: uma linha de bolsas que compartilhasse o simples prazer e ousadia das suas sandálias.

Para imaginar como esses acessórios seriam, a IDEO buscou capturar, primeiro, a essência da marca, ao entender sua conexão tão forte com a identidade brasileira. A equipe entrevistou pessoas de diversas origens demográficas e socioeconômicas e descobriu que todos tinham um espírito vibrante e apreciação pela simplicidade, autenticidade, diversão, alegria e conforto físico. Além do Brasil, estudos foram feitos com usuários de Havaianas na Austrália, Índia, Londres e Paris.

Também foi feita uma série de brainstormings que, ao invés de ideias apenas, geraram centenas de protótipos de bolsas. Cada modelo foi avaliado sob a visão da marca Havaianas e, trabalhando com costureiras, a equipe tentou vários formatos e materiais.

No fim, desenvolveram uma linguagem consistente de design que passava o visual e o sentimento das sandálias, com semelhanças de textura e aparência. O estilo das bolsas é descomplicado, individualista e desencanado – mantendo a herança brasileira da marca. As cores, baseadas em uma paleta montada a partir de fotografias tiradas ao redor do Brasil, capturam a diversão e a vibração do país. O produto foi lançado, primeiro, no Brasil, no São Paulo Fashion Week de 2008, e mundo afora, em 2009.

Abaixo um vídeo com o resultado final…

Atrair a Geração Y – e agora?

A informalidade e o idealismo que caracterizam a geração Y precisam ganhar espaço nas organizações, para poder atrair esses profissionais jovens.

O Design Thinking ajuda a conquistar as gerações mais novas, através do seu diferencial de estimular o pensamento voltado para criatividade e sociabilidade.

“As pessoas buscam cada vez mais encontrar sentido e conexão naquilo que fazem. Elas não se motivam apenas pelo salário”, diz Elisa Furusho, diretora de RH da Linx.

O método do Design Thinking vem de encontro com esta expectativa, uma vez que ele consiste em unir o pensamento analítico e o intuitivo para solucionar problemas, sob uma ótica mais envolvente. Seu foco é atingir o melhor resultado de uma inovação, alinhado com a viabilidade operacional e o retorno financeiro; tudo com a ferramenta de templates que os jovens gostam de utilizar, como suporte para o aprendizado.

O Design Thinking enfatiza a realização pessoal; quando se trabalha por motivação, a equipe fica mais conectada na assimilação do significado do negócio e na busca de crescimento com lucro, dentro de um clima organizacional e pessoal saudável.

Outro atrativo do Design Thinking para os jovens é o desenvolvimento do senso crítico;Virginie Fernandez, diretora de RH da Moet Hennessy, argumenta. “Quanto mais questionamentos, mais o lado direito do cérebro que ajuda a criar, inovar e desenhar novos cenários é desenvolvido”. O desenvolvimento de competências como empatia, networking e conectividade ajudam a alavancar o senso crítico.

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fonte: http://www.administradores.com.br/

sexta-feira, 12 de abril de 2013

A Economia Criativa: Pernambuco ganha célula executiva de economia criativa



Objetivo é discutir, modelar e fomentar projetos para os setores considerados pelo governo prioritários na área

A Secretaria de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco (Sdec) lançou nesta quinta (11) uma célula executiva voltada para a economia criativa com a finalidade de discutir, modelar e fomentar projetos para os setores considerados pelo governo prioritários na área. São eles: design, moda, expressões culturais, games, música, produção cultural, fotografia, gastronomia e audiovisual e novas mídias. O escritório ficará na Torre Malakoff, no Recife Antigo.

“Pernambuco está hoje entre as sete localidades nacionais de maior potencial para a economia criativa”, citou a gerente geral de economia criativa da Sdec, Veronica Ribeiro, em coletiva de imprensa. Atualmente três secretarias (Desenvolvimento Econômico, Cultura e Ciência e Tecnologia) e três órgãos vinculados (AD Diper, Fundarpe e Porto Digital) trabalham em conjunto para tentar fomentar o setor local. Além disso, os projetos contam com apoio de entidades como Fundação Gilberto Freyre, Hub Criativo e Delta Zero. Ao todo, a Sdec tem R$ 18 milhões para empenhar até 2015 em projetos de economia criativa através do fomento de negócios e projetos estruturadores.

Neste início, a célula executiva irá atuar em dois grandes equipamentos. Um deles é o Cais do Sertão Luiz Gonzaga, misto de museu, centro cultural e local de incubação e experimentação que está sendo erguido no Recife Antigo, um investimento de R$ 80 milhões. Os atores da célula irão participar da criação dos conceitos e conteúdos do complexo, tido como uma espécie de laboratório. O local será inaugurado em 12 de dezembro.

O outro grande equipamento é o Marco Pernambucano da Moda, uma incubadora recém-criada, no mesmo bairro, para fomentar a cadeia de confecção e têxtil com foco na criação. Dezesseis projetos em fase de consolidação estão incubados e outros 15 estão prestes a serem semi-incubados, utilizando o espaço mais como apoio.

No setor de gastronomia, estão sendo desenvolvidas, sempre em conjunto, iniciativas de suporte tecnológico e de negócios em Brasília Teimosa, Santo Amaro e Bomba do Hemetério. Uma linha de crédito especial está sendo desenhada pela Agência de Fomento do Estado (Agefepe) para ajudar os trabalhos a saírem do papel. No segundo semestre, o “Na Estrada” irá levar apoio a estabelecimentos do interior.

No audiovisual, está sendo fechado um convênio de cooperação com a Associação de Produtores Independentes de TV (Abpitv) para, entre outros resultados, vender as produções locais, inclusive para o mercado internacional, e atrair rodada de negócios.

EVENTOS - Ontem também foram divulgadas as datas de dois importantes eventos de economia criativa no Estado. O Encontro Pernambuco Criativo será entre 25 e 29 de setembro, com viés de negócios. O Expoidea será entre 18 e 23 de outubro, focado no lançamento de trabalhos novos e na mostra de trabalhos que já deram certo. O edital sai em junho.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Economia Criativa: IED PROMOVE PALESTRAS E ORIENTAÇÃO DE CARREIRA EM ESCOLAS DE SANTOS E SÃO VICENTE

O Istituto Europeo di Design – IED – promoverá, entre os dias 1 e 5 de abril, palestras gratuitas de orientação de carreiras a mais de 500 jovens do Ensino Médio, em escolas de Santos e São Vicente. Sob os temas "Economia Criativa e o Universo do Design" e "Carreiras da Criatividade e as novas oportunidades”, a faculdade tem como objetivo apresentar aos estudantes as oportunidades que a carreira de designer oferece, além de transmitir conteúdos importantes sobre economia criativa.

A previsão é que o IED passe por mais de 100 colégios no Brasil inteiro, incluindo Grande SP, interior e litoral, além de outros estados, com previsão de 5 a 7 mil alunos. No ano passado, mais de 35 colégios foram visitados. “O design está presente em nosso dia a dia, mas raramente entendemos realmente o que isso significa, por isso, queremos aproximar os jovens desse universo, que oferece possibilidade de diversas carreiras”, explica Alan Moraes, Orientador de Carreiras do IED.

Sobre o IED - Istituto Europeo di Design

Há 46 anos, o IED – Istituto Europeo di Design atua no campo da formação e da pesquisa, nas áreas de Design, Moda, Artes Visuais e Comunicação. Em contínua expansão, suas unidades – presentes em três países – organizam programas de graduação, pós-graduação e extensão, assim como cursos de atualização e formação permanentes, incluindo módulo avançado. A escola é um laboratório criativo e dinâmico, um espaço em que as rápidas transformações nos diversos contextos produtivos encontram resposta imediata no conteúdo dos cursos oferecidos.

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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Economia Criativa:Apresentações marcam encerramento de projetos



Ação do Projeto Negócios em Economia Criativa


(Foto: Ascom Sebrae)


Nesta terça-feira, às 9hs, no município de Neópolis, a Associação Formiguinhas em Ação e o Grupo de Capoeira do Povoado Passagem promoverão o encerramento das atividades dos projetos aprovados pelo Prêmio Microprojetos Rio São Francisco, financiado pela Funarte/Ministério da Cultura/Governo Federal.

A aprovação das propostas foi possível graças a uma ação do Projeto Negócios em Economia Criativa, desenvolvido pelo Sebrae em Sergipe em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), que realizaram uma série de oficinas para incentivar os empreendedores da bacia do rio São Francisco a participar da seleção. As capacitações e consultorias nos municípios de Neópolis, Pacatuba, Propriá e Japaratuba ficaram sob a responsabilidade do consultor Edmilson Suassuna, enquanto em Nossa Senhora da Glória a responsável foi a consultora Virgínia Lúcia Menezes, ambos do Sebrae.

Para Júlia Vasconcelos, gerente da Unidade de Atendimento Coletivo - Comércio e Serviços do Sebrae, a iniciativa proporciona a circulação de recursos nos mercados onde os grupos atuam e ajuda a movimentar a cena cultural desses locais. “Sergipe teve 60 projetos aprovados, que juntos receberam R$ 900 mil. Toda essa receita foi incorporada às economias dessas regiões, contribuindo assim para auxiliar o desenvolvimento dos municípios”.

Durante a programação, além de apresentações do grupo de capoeira, haverá também uma exposição das peças artesanais confeccionadas pelas alunas do curso de artesanato em palha de ouricuri e a entrega dos certificados aos participantes dos cursos. As atividades acontecerão no Clube Social da Fábrica Peixoto, no Povoado Passagem, em Neópolis/SE.

Microprojetos Rio São Francisco

Integrante do conjunto de ações desenvolvidas pela Funarte/Ministério da Cultura, o “Mais Cultura – Microprojetos Rio São Francisco” é voltado para a realização de projetos culturais de baixo custo. A missão do programa é fomentar e incentivar artistas, produtores, grupos, expressões e projetos artísticos e culturais na região da Bacia do Rio São Francisco. Os projetos financiados foram propostos ou tiveram como beneficiários jovens de 17 a 29 anos residentes naquela região.
As inscrições foram abertas em 2012 para pessoas físicas e jurídicas (sem fins lucrativos) que desenvolvem projetos de Artes Visuais, Artes Cênicas, Música, Literatura, Audiovisual, Artes e Expressões Populares e Moda.

Através do edital, 60 projetos sergipanos foram contemplados com R$ 15 mil. Com a verba foi possível viabilizar iniciativas culturais em municípios que compõem a bacia do Rio São Francisco, nas mais diversas áreas, dentre elas música, teatro dança, artes visuais e cultura popular.

Fonte: Ascom Sebrae

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